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SEGURANÇA

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Duas mulheres foram vítimas de assédio em um ônibus na manhã deste sábado (6), em Jaraguá do Sul, Norte catarinense. O suspeito foi preso por volta das 6h40.

No local, os policiais confirmaram a denúncia com o motorista do ônibus, que informou que duas mulheres haviam sido alvo de abuso. Uma das vítimas, de 29 anos, descreveu que o suspeito, de 30 anos, tocou sua coxa durante a viagem. A segunda vítima, de 45 anos, acordou com o homem passando a mão em seus seios.

Após a confirmação dos relatos, o suspeito foi detido em flagrante pela prática de importunação sexual.

Na ação penal pública, o Ministério Público descreve que os crimes foram motivados por desavenças comerciais no mercado ilícito de drogas entre réus e vítimas. Somadas, as penas ultrapassam 89 anos de reclusão.
Em uma sessão do Tribunal do Júri na terça-feira (2/7), um crime motivado por vingança no ano de 2008, em Joinville, terminou na condenação de quatro pessoas denunciadas pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Três acusados foram sentenciados por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e mediante paga -, tentativa de homicídio com as mesmas qualificadoras e associação criminosa. Eles receberam penas de 31 anos e um mês e 10 dias de reclusão; 22 anos, três meses e 20 dias de reclusão; e 36 anos de prisão, todos em regime fechado. O quarto réu foi condenado pelo crime de associação criminosa e teve a pena fixada em dois anos de reclusão em regime fechado.

Conforme consta na ação penal ajuizada pelo MPSC, no decorrer do ano de 2008, nos estados do Paraná e Santa Catarina, todos os réus se associaram com o objetivo de praticar vários crimes, entre eles os de tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e homicídios. No mesmo ano, o grupo criminoso cometeu os crimes de homicídio consumado e homicídio tentado contra dois homens em Joinville. Três dos quatro réus, entre eles uma mulher, arquitetaram um plano para matar os irmãos, narcotraficantes com atuação na cidade.

O crime foi motivado por vingança, pois um dos acusados, à época dos fatos, era sócio dos irmãos no tráfico de drogas. Os dois se negaram a quitar uma dívida contraída pelo então sócio junto a um fornecedor de droga que estaria cobrando a dívida diretamente da ré.

Segundo apurado no inquérito policial, diante da motivação, o bando criminoso se empenhou em assassinar os irmãos. Os acusados, no dia 10 de outubro de 2008, por volta das 12h30, dirigiram-se ao estabelecimento comercial de uma das vítimas, no bairro Itaum, em um automóvel dirigido pelo quarto acusado.

Quando chegaram ao local, a ré, acompanhada de dois homens não identificados, entrou no estabelecimento e, quando avistou um dos alvos, disparou diversas vezes em direção à vítima. Os outros dois indivíduos que estavam com ela também fizeram disparos com uma pistola e com uma escopeta calibre 12, causando a morte do homem. Enquanto o crime era executado, um dos réus aguardou no veículo para dar cobertura aos coautores, auxiliando na fuga. Horas depois do ato criminoso, o acusado que dirigia o automóvel foi abordado por policiais militares.

De acordo com a denúncia, o bando armado não tinha acabado com a sua sede de vingança dos irmãos, tanto que, no dia 7 de novembro de 2008, por volta das 7 horas, foram ao bairro Itaum. Chegando lá, ao avistarem o outro alvo, um dos passageiros do carro desceu do veículo e atirou várias vezes na direção da vítima. A morte só não se consumou pois a vítima recebeu rápido socorro médico.

Na sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Joinville, a Promotora de Justiça Júlia Wendhausen Cavallazzi, que representou o MPSC, sustentou que “o motivo propulsor de ambos os crimes de homicídio foi torpe, pois os réus resolveram atentar contra a vida das vítimas por sentimento de vingança, em razão de desavenças comerciais no comércio ilícito de drogas e parte da família das vítimas”.

Ela argumentou diante do Conselho de Sentença que “os delitos foram cometidos com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas, pois elas foram atacadas em seu local de trabalho ou mesmo na rua com incontáveis disparos, impedindo reação de defesa da agressão”. Além disso, consta na denúncia que os crimes foram cometidos mediante paga, pois, para a execução das duas vítimas, os acusados contrataram pessoas, até então não identificadas, remunerando-as, posteriormente, pelos crimes.

O réu, para cometer os atos criminosos, oferecia dinheiro para as vítimas para que elas permitissem os atos e não contassem aos seus responsáveis. Ele foi condenado a 14 anos de reclusão.
Os abusos sexuais de um tio contra as duas sobrinhas em 2013 acabaram em condenação na cidade de Garuva, no Norte catarinense. O réu, denunciado pelo Ministério Público, foi sentenciado a 14 anos de reclusão em regime fechado e a três meses e 15 dias de detenção em regime aberto. Ele respondeu pelos crimes de estupro de vulnerável e prática de ato obsceno.

A ação penal pública ajuizada pela Promotoria de Justiça da Comarca de Garuva relata que, no mês de dezembro de 2013, o acusado, em sua residência, abusou sexualmente das duas sobrinhas, mesmo sabendo que as vítimas tinham entre 8 e 12 anos de idade na época dos fatos. Segundo consta nos autos, o autor dos atos criminosos era tio das vítimas. Ele era casado com uma tia paterna das meninas, morava no mesmo pátio da residência delas e aproveitava os momentos de distrações das crianças para cometer os crimes.

Consta na instrução processual que o réu passava as mãos nas partes íntimas das meninas e mostrava seu órgão genital para elas. Em outro momento, o homem abusou de uma das crianças quando foi até sua casa para brincar com seu filho.

Além dos crimes de estupro de vulnerável, o homem praticava atos obscenos em público, mostrando seu órgão para as vítimas que passavam em frente à casa. No decorrer da ação penal, ficou comprovado que o acusado oferecia dinheiro às vítimas para permitir que praticasse os atos e para que elas não contassem aos responsáveis.

Cabe recurso da decisão. O réu terá o direito de recorrer em liberdade, pois respondeu ao processo livre e não há fato novo que justifique mudança na decisão do Juízo da Vara Única da Comarca de Garuva.

Duas pessoas ficaram presas em um carro após colisão contra poste em Blumenau, no Vale do Itajaí, na tarde de quinta-feira (04).

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) informou que o condutor, um homem com 36 anos, que ficou preso dentro do carro, foi desencarcerado e conduzido consciente e orientado ao pronto atendimento do Hospital Santo Antônio. Ele sofreu fratura na perna.

A passageira do carro, uma mulher com 29 anos, também ficou presa nas ferragens do carro. Ela foi liberada e conduzida consciente e orientada ao pronto atendimento do Hospital Santo Antônio com fraturas nas pernas.

Conforme os bombeiros, a Guarda Municipal de Blumenau compareceu ao local da colisão contra o poste em Blumenau para confecção de boletim de acidente.

Via: scc10.com.br

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) e a Polícia Militar (PMSC) receberam importantes investimentos para reforçar a atuação em Santa Catarina: são mais de R$ 3,7 milhões em recursos que resultaram na compra de 570 mil munições, as quais serão destinadas para utilização das unidades policiais pelo Estado. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SC) realizou nesta quarta-feira, 03, as entregas dos cartuchos às instituições.

Os recursos são oriundos de repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) ao Estado de Santa Catarina por meio do Fundo Estadual de Segurança Pública (FESP). As entregas marcam a fase de execução das respectivas compras em projetos executados pela Coordenadoria do Fundo Estadual de Segurança Pública (FESP) da Secretaria de Estado da Segurança Pública de SC.

As munições serão destinadas para uso dos policiais civis e militares no dia a dia e também para treinamentos nas academias por turmas em formação. “São investimentos importantes em equipamentos aos nossos policiais civis e militares. Estamos avançando ainda mais nos resultados significativos que temos alcançado no combate à criminalidade e que colocam Santa Catarina com os melhores índices de segurança pública do País”, afirmou o secretário-adjunto que responde pela Secretaria de Estado de Segurança Pública de SC (SSP-SC), coronel Flávio Graff.

Na terça-feira, 2, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio dos militares que atuam na Polícia Militar Ambiental, flagrou um acampamento que estava sendo utilizado para o corte ilegal de palmito. O fato aconteceu após a denúncia do crime ambiental no Sertão do Perí, bairro Ribeirão da Ilha, em Florianópolis.

Na oportunidade, os militares receberam uma denúncia que informava que vários indivíduos estariam realizando o corte ilegal de palmito em uma área de conservação. Ao chegar ao local, os policiais entraram na mata e encontraram diversos pés de palmito cortados. Após aproximadamente 1,5 km de caminhada pela mata, localizaram um acampamento onde encontraram um homem.
O suspeito relatou que estava na mata há seis dias e que havia efetuado alguns cortes. Informou também que tinha mais quatro companheiros, que haviam saído para continuar o corte dos palmitos, enquanto ele permaneceu no acampamento devido a uma lesão no joelho. Acrescentou ainda que os palmitos cortados já haviam sido recolhidos na data anterior.

Diante dos fatos, considerando que a área é uma Unidade de Conservação, Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri, e em conformidade com o Art. 40 do Decreto nº 99.274, de 6 de junho de 1990, que trata dos danos diretos ou indiretos às Unidades de Conservação, o indivíduo foi conduzido até a 2ª Delegacia de Polícia Civil para as devidas providências. Além disso, foram abertos processos administrativos ambientais.

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Blumenau, prendeu nesta terça-feira (2) um foragido da operação “Surpresa”, na cidade de Barra Velha.

A investigação foi iniciada para apurar a participação de um grupo criminoso que teria movimentado mais de R$ 112 milhões provenientes do tráfico de drogas.

A operação ocorrida no dia 15/5 deste ano prendeu 11 pessoas, bem como cumpriu 25 mandados de busca e apreensão, além do sequestro e indisponibilidade de bens, dinheiro e valores. O preso foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

O adolescente que esfaqueou o colega dentro de uma escola pública em Palhoça, na Grande Florianópolis, na manhã desta terça-feira (2), foi internado provisoriamente à pedido do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina). O estudante de 14 anos também foi representado por ato infracional análogo ao crime de homicídio tentado.

A medida foi tomada em conformidade com o artigo 122 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o qual determina que a internação só poderá ser aplicada quando se tratar de ato infracional mediante grave ameaça ou violência a pessoa.

A Promotora de Justiça Bartira Soldera Dias também pontuou que, com o deferimento da internação provisória, o adolescente poderá receber acompanhamento psicológico.

Adolescente teria planejado massacre na escola

Conforme destacado pelo MP, o adolescente teria planejado, por um longo período, fazer um massacre na escola. Dessa forma, por volta das 7 horas da manhã desta terça-feira, munido de duas facas, ele teria tentado colocar o plano em prática.

Com uma das facas, o jovem desferiu então um golpe contra outro adolescente, que, conforme apurado, ele sequer conhecia. Em seguida, ainda com as duas facas em punho, ele teria tentado atacar outros alunos, o que não chegou a acontecer, uma vez que os estudantes conseguiram fugir.

A vítima, de 15 anos, sofreu lesões leves, tendo recebido atendimento do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) no local. Em seguida, o adolescente foi encaminhado para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

À polícia, o adolescente que planejou o ataque alegou que foi motivado por raiva, já que, segundo ele, teria sofrido bullying em outras escolas que frequentou nos anos anteriores. Essa afirmação do aluno, no entanto, nunca chegou a ser relatada aos pais ou professores.

Na tarde do último sábado, 29/6, a Polícia Federal prendeu em flagrante um passageiro transportando cerca de 3 kg de cocaína quando tentava embarcar no aeroporto internacional de Florianópolis em um voo para Guarulhos/SP, onde faria conexão para Portugal.

O passageiro levava a droga disfarçada em embalagens plásticas, ocultas e fixadas junto ao corpo. Ao ser abordado pelos policiais federais durante o processo de embarque, com o apoio dos agentes de proteção da aviação civil do aeroporto, ficou evidenciado que o homem portava a droga junto ao corpo.

O preso foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal em Santa Catarina para a lavratura da prisão em flagrante, demais procedimentos, e, após ser submetido a exame de corpo de delito, foi encaminhado ao presídio de Florianópolis.

O acusado responderá pelo crime de tráfico transnacional de drogas que prevê pena de reclusão de 5 a 20 anos, além de multa.

A Polícia Civil de Santa Catarina participou, entre os dias 24 e 28 de junho, da operação integrada nacional “Narke 2”para o cumprimento de mandados judiciais em repressão ao tráfico de drogas nos municípios de São José, Joinville, Florianópolis, Chapecó, Concórdia, Tubarão, Gaspar e Blumenau.

A participação se deu por intermédio das diferentes unidades especializadas da Polícia Civil Catarinense (Delegacia de Combate às Drogas – DECOD da Capital, Delegacias e Departamentos de Investigações Criminais – DICs e a Diretoria Estadual de Investigações Criminais – DEIC).

A ação ocorreu no âmbito da operação “Narke 2”, coordenada pela Diretoria de Operações de Inteligência (Diopi/Senasp/MJSP), que visa combater o tráfico de drogas e crimes conexos, com a execução de ações repressivas de cumprimento de mandados judiciais em todos os estados e no Distrito Federal, por meio das Unidades Especializadas de Combate ao Narcotráfico das Polícias Civis.