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SEGURANÇA

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Em Guaramirim, um homem foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por homicídio com quatro qualificadoras – motivo torpe, dissimulação, para assegurar a impunidade de outro crime e feminicídio. Consta na acusação que ele tirou a vida de uma mulher em maio de 2024. A ação penal pública foi ajuizada em 6 de junho de 2024 e recebida pela Justiça no mesmo dia.

De acordo com a peça acusatória, o crime aconteceu entre os dias 23 e 24 de maio de 2024 no bairro Nova Esperança. O réu atingiu a vítima com um golpe de faca na região do peito, causando sua morte. A ação ocorreu por uma suspeita de que a mulher, que morava de aluguel no local dos fatos, havia feito uma denúncia contra ele e sua ex-companheira por crimes contra a filha menor de idade. O denunciado, acreditando que a vítima havia comunicado os supostos crimes à autoridade policial, disse à ex-companheira que iria “fazer um negócio” e “acabar logo com esses problemas”.

Conforme consta, ele foi até a residência da vítima e a matou. O ato criminoso foi praticado na presença do filho dela, uma criança de apenas dois anos. Após o crime, ele retornou ao local da ação e filmou o corpo da mulher e a criança, que estava acordada ao lado do corpo e nitidamente assustada.

O Promotor de Justiça Wesley da Silva salienta que “o homicídio foi praticado contra mulher por razões da condição de sexo feminino” e que “ele também teria se aproveitado da vulnerabilidade da vítima para a concretização de seu ato criminoso”.

Ele explicou que o recurso utilizado pelo denunciado, no mínimo, dificultou a defesa da vítima, pois entrou em sua residência inicialmente para conversar e, quando verificou que ela estava sozinha com o filho, a atingiu com um golpe de faca. “Além do motivo torpe, o crime também foi cometido para assegurar a impunidade de outros delitos, já que acreditou que, assim, ela não poderia testemunhar sobre outros os fatos que envolvem violência de gênero, pelos quais está sendo investigado”, ressaltou.

Na acusação, a 1ª Promotoria de Justiça requer que o réu seja julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Guaramirim.

Durante a quinta-feira e sexta-feira, 13 e 14, os policiais militares que compõe o 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM) realizaram ações que levaram a prisão de quatro pessoas por apresentarem mandados de prisão em aberto. Os fatos foram registrados na cidade de Blumenau.

As prisões aconteceram em quatro ocorrências distintas. A primeira delas ocorreu no início da manhã de quinta-feira, 13, quando um homem de 65 anos foi preso na rua São Paulo, no bairro Itoupava Seca. O envolvido era procurado pelo crime de estupro de vulnerável.

Em seguida, na rua Belo Horizonte, no bairro Glória, os policiais prenderam um homem, de 57 anos, com mandado de prisão ativo para prisão civil. Já na rua Coripós, no bairro Escola Agrícola, os militares estavam cientes da existência do mandado de prisão em desfavor de um homem pelo crime de tráfico de drogas. Os policiais o abordaram e confirmaram o fato.

Já durante a madrugada desta sexta-feira, 14, policiais realizavam rondas preventivas por uma das principais ruas da cidade, a rua Antônio da Veiga no bairro Victor Konder, e viram um homem que estava foragido do sistema prisional e com mandado de prisão em aberto pelo crime de furto. Os policiais o abordaram e realizaram a prisão. O abordado estava foragido desde que não retornou de saída temporária.

Os quatro presos foram encaminhados ao Presídio Regional de Blumenau (PRB) para os procedimentos cabíveis.

O narrador que caiu da cabine de transmissão na tarde deste sábado (15), no interior de Concórdia, no Oeste de Santa Catarina, segue em estado grave, mas estável. Na manhã deste domingo (16), a filha do narrador informou ao Portal SCC10 que o pai “segue da mesma forma e que está entubado”. Ainda segundo Vittoria Padilha, após o narrador passar por exames pela manhã, apresentou bons resultados.

Carlos Augusto Padilha narrava a partida de Boa Esperança “B” contra o Presidente Kenney “B”, pela Série C do Campeonato Interiorano. Segundo a filha do narrador de futebol, Vittoria Padilha, o pai caiu de uma altura de cinco metros. Conhecido como Gugu, teria sofrido um traumatismo craniano. O quadro de saúde é grave, mas estável.

Fonte: SCC10

Uma mulher de 44 anos morreu após levar um tiro na cabeça em Joinville, no Norte de Santa Catarina na madrugada de domingo (16). O suspeito é o marido dela, de 45 anos, que alegou disparo acidental, conforme a Polícia Militar.

A PM foi chamada por volta de 0h30 ao bairro Vila Nova. Ao chegar ao local, o marido disse aos policiais que estava em casa e atirou com uma pistola para o alto, nos fundos do imóvel.

A mulher levou o disparo na cabeça e morreu no local. De acordo com a PM, a arma tinha registro e documentação.

O suspeito não tinha antecedentes criminais. Tanto ele quanto a vítima são catarinenses. Ele foi levado à delegacia.

Fonte: G1/sc

Um homem de 36 anos foi encontrado morto após o próprio irmão da vítima confessar o assassinato. O homem, morto com golpes de martelo, estava desaparecido há 22 dias. Ele foi localizado na quarta-feira (12), enrolado a uma lona em área de mata de Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.

A Polícia Civil investiga o caso. O suspeito prestou depoimento e alegou legítima defesa. Disse que o crime ocorreu durante um desentendimento no interior da residência da família e que logo depois ocultou o corpo do irmão.

Conforme o delegado Bruno Fernando, responsável pela investigação, o suspeito foi até a delegacia e confessou o crime junto com um advogado. Ele não deu detalhes sobre o que motivou o assassinato, que teria ocorrido em 20 de maio.

Após prestar esclarecimentos, o suspeito de homicídio e ocultação de cadáver foi liberado. Fernando afirmou que não está descartada a participação de outras pessoas no crime.

O inquérito policial tem prazo para ser finalizado em 30 dias e segue sendo feito pela Delegacia de Investigação Criminal de Blumenau.

Fonte: g1.globo.com/sc

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) conduziu duas operações distintas que resultaram na prisão de quatro pessoas e na apreensão de grandes quantidades de drogas. As ações aconteceram na segunda-feira, 10, nas cidades de Balneário Camboriú e Palhoça.

A primeira operação ocorreu por volta das 16h50, no bairro Centro, em Balneário Camboriú. Após receber informações sobre o comércio de entorpecentes na região, os policiais do 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) conseguiram prender em flagrante três mulheres envolvidas na atividade criminosa.

Uma das autoras, de 35 anos, natural do Maranhão, estava responsável pela guarda e depósito da droga. As outras duas, de 32 e 26 anos, ambos naturais de São Paulo, eram responsáveis pela entrega das substâncias na modalidade “disque entrega”.

Durante a ação, foram apreendidos aproximadamente 23 quilos de skunk, 1,2 quilos de haxixe, dinheiro e materiais relacionados à comercialização de entorpecentes. Nenhuma das envolvidas possuía registro policial no estado de Santa Catarina.

Mais tarde, por volta das 19h50, uma segunda operação foi realizada em Bela Vista, em Palhoça. Após receber informações sobre uma transação de entorpecentes, uma ação coordenada pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), conduzida pelo Comando de Operações Busca Resgate e Assalto (Cobra), em conjunto com o 4º, 16º e 22º BPM’s, organizaram uma ação rápida que resultou na prisão de um homem de 24 anos, natural do Paraná. O indivíduo possuía um registro policial anterior por porte de simulacro. Na operação, foram apreendidos cerca de 35 quilos de maconha.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (12/6) a Operação Fundo no Poço, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por desviar e se apropriar de recursos do fundo partidário e eleitoral nas eleições de 2022, destinados a um partido político.

As investigações tiveram início a partir de denúncia do então presidente do partido em desfavor de um ex-dirigente suspeito de desviar aproximadamente R$ 36 milhões.

Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva, 45 mandados de busca e apreensão em dois estados (GO e SP) e no DF, bloqueio e indisponibilidade de R$ 36 milhões e o sequestro judicial de 33 imóveis, deferidos pela Justiça Eleitoral do DF.

Por meio de Relatórios de Inteligência Financeira e da análise de prestações de contas de supostos candidatos, foram localizados indícios que apontam para existência de uma organização criminosa estruturalmente ordenada com o objetivo de desviar e se apropriar de recursos do Fundo Partidário e Eleitoral, utilizando-se de candidaturas laranjas ao redor do país, de superfaturamento de serviços de consultoria jurídica e desvio de recursos partidários destinados à Fundação de Ordem Social (FOS) – fundação do partido.

Os atos de lavagem foram identificados por meio da constituição de empresas de fachada, aquisição de imóveis por meio de interpostas pessoas, superfaturamento de serviços prestados aos candidatos laranjas e ao partido.

Os envolvidos estão sendo investigados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, furto qualificado, apropriação indébita, falsidade ideológica eleitoral e apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral.

A Duas Rodas emitiu uma nota, na noite desta quarta-feira (12), após um incêndio atingir um dos prédios de sua unidade produtiva em Jaraguá do Sul.

Confira a nota na íntegra
“A Duas Rodas informa que houve um incêndio, no início da noite desta quarta-feira (12/6), em um dos prédios da unidade produtiva em Jaraguá do Sul (SC), que já foi controlado. Assim que o fogo foi detectado, a empresa iniciou o protocolo de emergência combatendo com a brigada interna e com acionamento imediato do Corpo de Bombeiros. Dois colaboradores, que tiveram ferimentos, foram encaminhados ao serviço de saúde e estão recebendo todo o suporte da empresa. Até o momento, a empresa não tem informações sobre as causas do incidente e está trabalhando juntamente com órgãos competentes para normalizar a situação o mais rápido possível.”

A Polícia Federal deflagrou, na terça-feira (11/6), a operação Estrela Cadente para investigar fraudes na concessão de benefícios previdenciários. Uma organização criminosa, composta por servidores públicos, advogados, consultores e segurados, pode ter obtido êxito na concessão de centenas de benefícios previdenciários por meio da inserção de dados falsos nos sistemas do INSS. Atualmente, mais de 400 processos concessivos estão sob análise.

Na ação a PF cumpre seis mandados de busca e apreensão em residências, escritórios de advocacia e de consultoria nas cidades de Itajaí/SC e Chapecó/SC. Com as medidas, buscam-se confirmar a participação dos investigados, descobrir atores ocultos, confirmar o rol de beneficiados e apreender parte dos recursos apropriados.

Exame inicial de amostra em vinte processos, analisados por policiais e integrantes do Núcleo de Inteligência da Previdência, confirmou a existência de irregularidades. Foi identificado que servidores do INSS avocaram irregularmente processos de solicitação de benefícios. Com a inserção e validação de informações falsas nos sistemas da Previdência Social, os pedidos foram deferidos e os segurados já estariam recebendo tais benefícios irregularmente.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos no sistema informativo do INSS, entre outros, com penas que podem chegar a 30 anos de prisão.

Na segunda-feira, 10, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Comando da Polícia Militar Ambiental (CPMA), flagrou uma serraria móvel em atividade e apreendeu 13,24 metros cúbicos de madeira na localidade de Invernada Grande, interior do município de São Joaquim.

Durante o policiamento, a guarnição localizou a serraria em atividade, serrando madeira nativa de pinheiro brasileiro (araucária angustifolia) sem autorização dos órgãos ambientais competentes.

Diante dos fatos, foi apreendido a serraria e um total de 13, 24 metros cúbicos de madeira, sendo algumas toras e madeira serrada, o envolvido será responsabilizado na esfera administrativa e criminal, conforme o disposto na legislação ambiental vigente.