Sob efeito de drogas, uma mulher abandonou uma bebê e uma criança na madrugada de domingo (28), no bairro Nossa Senhora das Graças, em Itajaí. A mulher jogou a bebê, de dez meses, em uma lixeira, e depois deixou a outra filha no meio da rua.
Segundo relatos de testemunhas, a mulher, aparentando estar sob o efeito de drogas, caminhava pela avenida, gritava desesperadamente e, em um momento de agitação, colocou o bebê na caçamba do lixo.
Os policiais militares realizaram buscas para encontrar a mulher, mas ela não foi encontrada. O Conselho Tutelar foi chamado e as duas crianças foram encaminhadas para um abrigo, onde estão recebendo os cuidados necessários.
Na manhã desta segunda-feira (29-4), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), deflagraram a 5ª Fase da Operação Mensageiro, que apura esquema de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro nos setores de coleta e destinação de lixo, de abastecimento de água e de iluminação pública em diversas regiões de Santa Catarina. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 19 de busca e apreensão.
As ordens de prisão e de busca e apreensão, expedidas pelo TJSC após requerimento apresentado pela Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, são relacionadas a infrações que teriam ocorrido em duas cidades catarinenses – uma no Vale do Itapocu e outra na Região da Foz do Rio Itajaí. Entre os alvos estão agentes públicos, privados e órgãos públicos. A operação é desdobramento das fases anteriores da Operação Mensageiro.
Esta é a primeira fase da Operação Mensageiro dedicada a contratos de iluminação pública e abastecimento de água. Vale lembrar que as investigações, que iniciaram com contratos de coleta e destinação de lixo, chegaram a levar 19 prefeitos à prisão.
A quinta fase da Operaçao Mensageiro, deflagrada na manhã desta segunda-feira (29), inclui mandados de prisão contra o prefeito de São João do Itaperiú, Clezio Fortunato (MDB), e o vice-prefeito, Jaime Antônio de Souza (PL). As informações são do portal NSC Total.
Outros dois mandados de prisão foram expedidos contra pessoas que não são agentes políticos. Uma das prisões fio cumprida em São Paulo (SP).
Além de São João do Itaperiú, segundo o portal NSC Total, a nova fase da Operação Mensageiro também ocorre em Porto Belo, no Litoral Norte. O deputado estadual Emerson Stein (MDB), que é ex-prefeito da cidade, foi alvo de um mandado de busca e apreensão.
Agentes do Gaeco também estiveram na prefeitura e em outro no imóvel do setor de licitações, que fica logo em frente. Os documentos recolhidos eram de contratos de 2021.
GAECO E GEAC
O GAECO é uma força-tarefa composta, em Santa Catarina, pelo Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como finalidade a identificação, prevenção e repressão às organizações criminosas.
O GEAC é um grupo de membros do Ministério Público de Santa Catarina que atua em investigações e ações judiciais de combate à corrupção, cujos fatos revelem maior gravidade ou complexidade.
Na tarde da última quarta-feira (24), por volta das 17h, um jovem identificado como Claudio Pimenta Junior, de 23 anos, morreu após se engasgar com um pedaço de carne na obra onde atuava na Vargem I, em Taió, no Alto Vale do Itajaí.
De acordo com relatos de testemunhas, o jovem morreu após se engasgar enquanto comia sua refeição, com o sufocamento a vítima acabou caindo e batendo a cabeça no chão.
O SAMU foi acionado, porém quando chegou ao local, o trabalhador já estava sem vida.
A Polícia Científica também foi acionada para recolher o corpo do jovem.
De acordo com a nota de falecimento divulgada pela Funeraria Taioense, Claudio será velado na capela Cristo Rei, no bairro Padre Eduardo, nesta quinta-feira (25), às 17h30. Logo após ocorrerá o sepultamento no Cemitério Campo Santo.
Fonte: www.scc10.com.br/seguranca
A Polícia Civil de Santa Catarina acaba de alcançar uma marca histórica com 80% dos homicídios elucidados. O monitoramento mostra que até o dia 22 de abril os crimes de homicídio, praticados em 2022, tiveram uma resolução de 80% o que demonstra um expressivo aumento da produtividade. “Os crimes acontecem e não ficam esquecidos. Vão sendo elucidados”, disse o delegado-geral da PCSC, Ulisses Gabriel. “Nós pretendíamos alcançar uma meta, em 2024, de 75 ou 77%, que são os índices do Canadá e da Austrália, mas esse percentual foi atingido no ano passado”, assinalou o delegado-geral.
A informação faz parte da análise de dados estatísticos divulgada nesta quarta-feira (23) pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil. Os dados analisados se referem ao período de 01/01/2024 a 22/04/2024, comparado a igual período do ano passado. De acordo com o planejamento da PCSC, a meta para 2024 era alcançar os 77%, percentual este que já foi atingido no ano passado.
Para Ulisses Gabriel a alta produtividade da PCSC é reflexo dos investimentos estratégicos que a instituição vem realizando. “São dados extremamente positivos para Santa Catarina e o governador Jorginho tem investido muito na polícia, no orçamento, para que cada cidadão catarinense possa se sentir protegido”, destacou.
O delegado-geral assinalou ainda que a meta do planejamento estratégico da PCSC é chegar até 2026 com 89% dos índices de homicídio esclarecidos que são os índices australianos. “A Inglaterra, por exemplo, resolve 80% – o mesmo número que Santa Catarina tem resolvido – o que demonstra uma atuação muito firme das forças de segurança: Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica, Corpo de Bombeiros sempre integrados com o Ministério Público e o Poder Judiciário”, destacou.
Outro dado que chama a atenção é o número de prisões em flagrante em 2024. Até dia 22 de abril, 441 pessoas foram presas em situação flagrancial, o que representa um aumento de 22%, se comparado ao mesmo período do ano passado. Apenas na última semana, as prisões em flagrante ocorreram pelos crimes de tráfico de drogas (63,89%, receptação dolosa (26,11%), associação para o tráfico (19,44%) e adulteração de sinal identificador de veículos (13,89%), entre outras.
As análises revelam ainda que em 2024 foram presas, por meio de mandado de prisão, 1.920 pessoas, contra 1.427 no ano anterior, perfazendo um total de 34,55% a mais do que no mesmo período do ano passado.
O aumento de cumprimento de mandados de prisão foi de 64,09% e no ranking das delegacias com melhor desempenho aparecem DIC de Lages; DIC/Fron Chapecó; DIC de Joinville; DIC de Tubarão; DPCo de Imbituba; DIC de Blumenau; DRRF Blumenau; DRR Florianópolis; DIC de São José; DIC de Criciúma; DIC de Laguna, DIC de Itajaí e DIC de Palhoça.
Em relação a mandados de busca e apreensão no período em análise (01/01/2024 a 22/04/2024) foram cumpridos 2.435 mandados, 14% a mais do mesmo período do ano passado. No ranking das delegacias com maior número de mandados de busca e apreensão cumpridos destacam-se: Delegacia de Defraudações (DD/DEIC); DIC de Blumenau; DPCo de Imbituba; DIC de São José; DIC de Joinville; DIC de Criciúma; DPCAMI de Florianópolis; DIC de Laguna; DRFR de Blumenau; DIC de Lages; DIC/Fron São Miguel do oeste; 2ª Delegacia de Combate à Corrupção (2ª DECOR); 3ª DECOR.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23/4), a Operação Moto-perpétuo, com objetivo de recuperar ativos que supostamente foram desviados do Sistema Único de Saúde (SUS), além de desarticular uma possível organização criminosa envolvida na ocultação desses bens. Esta ação é coordenada em três cidades do país: Curitiba/PR, São Paulo/SP e Balneário Camboriú/SC.
A investigação teve início após suspeitas levantadas durante a Operação Fidúcia, conduzida pela Polícia Federal. Na ocasião, foi identificado um esquema em que os investigados utilizavam Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) para fraudar licitações e desviar recursos públicos do SUS, totalizando um desvio de aproximadamente R$ 14 milhões nas cidades objeto da investigação, embora a auditoria da Controladoria Geral da União tenha apontado que o desvio seria de R$ 70 milhões em todo Paraná.
Durante a investigação atual, novos elementos foram angariados, indicando que os investigados teriam adquirido diversos bens em nome de terceiros, visando ocultar tais ganhos ilícitos. Esses bens foram registrados em empresas fictícias ou em nome de “laranjas”, com o auxílio de um advogado e um contador.
A Operação Moto-perpétuo, deflagrada hoje, contou com a colaboração da Receita Federal, que contribuirá com a análise fiscal dos investigados. Um contingente de 55 policiais federais e dez analistas da Receita Federal foram mobilizados para cumprir 13 mandados de busca e apreensão em residências e empresas ligadas aos suspeitos.
Medidas como o sequestro de dez imóveis, avaliados em mais de R$ 20 milhões, e a apreensão de veículos de luxo foram autorizadas judicialmente. Ainda foi autorizada a apreensão de valores acima de R$ 10 mil e a indisponibilidade de cotas sociais de duas empresas, cujo capital totaliza meio milhão de reais. Desse modo, a investigação identificou quase R$ 30 milhões em bens ocultados.
Dentre os bens sequestrados, um dos apartamentos tem valor superior a R$ 10 milhões de reais e, embora seja de uso dos denunciados, está cadastrado em nome de empresa fictícia que tem como como sócio pessoa que recebeu auxilio emergencial.
Os crimes sob investigação incluem lavagem de capitais, associação criminosa e organização criminosa, com penas que podem chegar até 18 anos de prisão.
Na noite de segunda-feira, dia 22, a Polícia Militar recebeu informações de que um Fiat Uno estaria sendo usado para tráfico de drogas em Massaranduba. Os PMs avistaram o veículo e no veículo estava uma mulher acompanhada por sua filha.
Foram encontradas 69 gramas de drogas (crack e maconha). A mulher foi presa por tráfico de drogas e a criança foi entregue ao Conselho Tutelar. O veículo foi recolhido por infrações de trânsito. Uma carta enviada do presídio, também foi apreendida, possivelmente relacionada a uma facção criminosa
A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal de Jaraguá do Sul, realizou na data de hoje, 22 de abril de 2024, uma operação policial para dar cumprimento a três mandados de prisão preventiva expedidos pelo Poder Judiciário a pedido da Polícia Civil, em repressão ao crime de homicídio ocorrido no final do ano passado, na cidade Schroeder. A operação foi realizada nas cidades de Jaraguá do Sul, Balneário Piçarras e São Bento do Sul.
ENTENDA O CASO:
No dia 20 de novembro de 2023, foram encontrados restos mortais humanos, em avançado estado de decomposição, em uma área de mata localizada no Bairro Schroeder I, em Schroeder, acompanhados de um documento de identidade em nome de Jackson Luís Albano. Jackson, conforme comunicado por sua família, estava desaparecido desde 18 de agosto de 2023, dia em que se despediu de sua esposa e saiu de casa dizendo que se encontraria com um amigo, mas nunca mais retornou.
Após meses de investigação, a Polícia Civil identificou que Jackson foi preso no passado pela prática do crime de tráfico de drogas, e mantinha uma dívida com uma facção criminosa atuante em Santa Catarina em decorrência da traficância. Como essa dívida não foi paga, membros da facção criminosa atraíram Jackson até a cidade de Schroeder, simulando uma compra de droga com a vítima, e a assassinaram com ao menos um disparo de arma de fogo e diversos golpes na região da cabeça.
As prisões realizadas na data de hoje são importantes para que os criminosos saibam que crimes graves, principalmente quando envolverem facções criminosas, serão exaustivamente investigados pela Polícia Civil, para que os seus responsáveis respondam criminalmente por suas condutas.
As denúncias anônimas realizadas pelo número 181 foram importantes para o sucesso das investigações. Sendo assim, a Polícia Civil pede à população que sempre que tomar conhecimento de alguma informação a respeito de qualquer crime, denuncie pelo 181 ou outro canal de comunicação disponibilizado pela Polícia Civil, pois essa informação pode ser valiosa para a investigação criminal.
Na última terça-feira (09/4), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina (FICCO/SC) prendeu um homem que transportava cerca de 35 kg de cocaína em um veículo.
Em razão de levantamentos realizados pela FICCO, foi identificada a movimentação de dois veículos suspeitos de estarem transportando drogas. Por meio de uma barreira, policial foi possível a abordagem de um dos veículos, no qual foi encontrada a substância ilícita. Durante a ação o segundo veículo conseguiu se evadir.
Todo o material arrecadado e o preso foram apresentados na Delegacia de Polícia Federal em Criciúma/SC, onde foi lavrado o respectivo auto de prisão em flagrante. O suspeito irá responder pelo crime de tráfico de drogas e poderá ser condenado a uma pena de até 15 anos de prisão.
A reunião das forças de segurança do estado tem como principal objetivo intensificar o enfrentamento às organizações e associações criminosas. O acordo que institui a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santa Catarina foi firmado em novembro do ano passado. Atualmente a FICCO/SC é composta pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa do Estado de Santa Catarina.
Durante a última terça-feira, dia 16, a Divisão de Investigação Criminal de Jaraguá do Sul realizou uma operação para prender traficantes em Blumenau. Foram cumpridos três mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão.
A operação é resultado de uma investigação instaurada a partir da prisão em flagrante ocorrida no dia 29 de janeiro, em Massaranduba. Na ocasião, os policiais civis localizaram um laboratório de produção de “supermaconha”, além de uma motocicleta desmanchada, a qual havia sido furtada em Ituporanga.
Durante o inquérito, os investigadores verificaram a existência de uma associação formada por três pessoas em torno da plantação. Entre elas está o traficante que financiava toda a operação. Dois suspeitos foram presos durante a operação, e um permanece foragido.
A Polícia Civil prendeu na manhã desta terça-feira, dia 16, um foragido por homicídio, no bairro Três Rios do Sul, em Jaraguá do Sul.
O homem, de 40 anos, estava escondido há cerca de cinco meses na cidade. Ele cometeu um homicídio em Belém, em 2023, e tinha um mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará.
Após investigações, os policiais civis começaram as diligências para fazer a captura do foragido.
Por volta das 11h, os agentes localizaram o homem trabalhando em uma obra.
Ele foi encaminhado para a Delegacia da Comarca de Jaraguá do Sul.









