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O município de Massaranduba, representado pela Secretária de Administração e Finanças, Maira Karina Raimondi Martina, pela Secretária de Planejamento e Meio Ambiente, Doroti Klimkowski, e pelo gestor de Convênios,
Andrey Ricardo Krischanski, marcou presença no Fórum Nacional de Transferências da União (FNTU). O evento aconteceu nesta semana, entre os dias 4 e 6 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O Fórum reuniu representantes dos governos federal, estaduais e municipais para discutir questões relacionadas às transferências de recursos da União para os estados e municípios brasileiros.

Essas transferências são feitas por meio de programas, convênios, fundos e outras modalidades de repasse de verbas para financiar políticas públicas em diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, entre outras.

O objetivo foi promover o diálogo entre os entes federativos, compartilhar experiências e boas práticas, debater aspectos técnicos e jurídicos das transferências da União, além de buscar soluções para eventuais desafios e problemas enfrentados nesse processo.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6/6), a Operação Dissimulação para combater a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro praticadas por grupo empresarial catarinense, que teria lesado o erário em mais de R$ 56 milhões de reais.

Na ação de hoje, a PF realiza buscas em nove imóveis de pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema criminoso, localizados nos municípios catarinenses de Criciúma, Içara, Siderópolis, Camboriú e Balneário Camboriú.

A apuração dos fatos teve início no final do ano de 2022, a partir de informações repassadas pela Procuradoria da Fazenda Nacional, que identificou a prática, por grupo empresarial, de manobras ilegais para frustrar a execução de créditos tributários.

No decorrer das investigações a PF constatou que o grupo empregou diversos subterfúgios para burlar pagamentos de débitos tributários de empresas, dentre os quais a transferência de bens e faturamento para empresas diversas; utilização de interpostas pessoas (laranjas); sucessões simuladas entre empresas; confusão patrimonial; ocultação do sócio ou administrador principal; e compra e venda simulada de imóveis.

Além das buscas, foram decretadas pela Justiça Federal medidas assecuratórias de bens, direitos e valores dos investigados e das empresas integrantes do grupo, visando assegurar a indisponibilidade dos lucros obtidos com a prática criminosa e a reparação dos danos, e ainda para cobrir os débitos tributários devidos.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de organização criminosa, fraude à execução, lavagem de dinheiro e a evasão de divisas, cujas penas somadas podem chegar a 26 anos de prisão.

O Plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou nesta semana o projeto de lei do deputado Dr. Vicente, que institui o “Junho Violeta”. Durante o mês, governo e órgãos públicos deverão realizar campanhas e ações para conscientizar a população sobre a violência contra pessoas com deficiência e idosos, além de incentivar a denúncia de abusos. O projeto segue agora para sanção do governador.

Até então, o “Junho Violeta” era dedicado exclusivamente às ações de prevenção da violência contra a pessoa idosa. O Projeto de Lei 376/2023, apresentado pelo parlamentar, amplia essa iniciativa, incluindo também ações para combater a violência contra pessoas com deficiência.

A proposta visa a mobilizar a sociedade para a importância de proteger os mais vulneráveis e garantir que os responsáveis pelos abusos sejam punidos.

“Violência é abominável; contra os indefesos, é imperdoável!”, disse o deputado. “Infelizmente, vemos uma escalada dos casos de violência contra idosos e pessoas com deficiência ano após ano. É preciso conscientizar e informar sobre essa realidade e os diversos tipos de violência a que esse público está vulnerável, como a violência física, econômica, moral, psicológica, negligência, abandono, sexual e privação da liberdade”,

Dr. Vicente argumenta que o fato de essa violência ocorrer, em grande parte, dentro das residências, onde o autor é muitas vezes um familiar ou tutor, torna a denúncia dos fatos às autoridades mais difícil. “Como o idoso fará isso? Como uma pessoa com deficiência mental ou com dificuldade de comunicação fará isso? É preciso a atenção de toda a sociedade. É através das denúncias que os órgãos competentes poderão agir, interromper o ciclo de violência e até mesmo evitar que mortes aconteçam.”

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.733 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desta quinta-feira (6), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

O prêmio principal acumulou em R$ 112 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no sábado (8).

Os números sorteados foram: 14 – 20 – 21 – 39 – 44 – 56.

A quina teve 117 apostas ganhadoras; cada uma vai receber R$ 47.166,50. A quadra registrou 7.450 apostas vencedoras; cada acertador vai receber um prêmio de R$ R$ 1.058,19.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Pais e responsáveis, preparem a caderneta de vacinação de crianças até 4 anos de idade. No próximo sábado, 8, os postos de saúde de todo o estado vão estar abertos para o dia D da Campanha de vacinação contra a Poliomielite (paralisia infantil). O objetivo da mobilização estadual é resgatar crianças não imunizadas ou com a caderneta incompleta, além de reforçar a proteção daquelas já vacinadas com a vacina de gotinha, a fim de evitar a reintrodução da doença no estado.

A gerente de doenças infecciosas agudas e imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Arieli Schiessl Fialho, pede que os pais, especialmente aqueles que não têm disponibilidade de levar os filhos para vacinar durante a semana, aproveitem a oportunidade para atualizar a situação vacinal das crianças no sábado.

A vacina contra a poliomielite está prevista no Calendário de Vacinação Infantil. O esquema de vacinação é de três doses da vacina inativada poliomielite (VIP) aos 2 meses, 4 meses e 6 meses; e duas doses de reforço da vacina oral poliomielite (VOP), a vacina de gotinha, com 1 ano e 3 meses e 4 anos.

No período de Campanha, as doses da VIP continuam sendo aplicadas conforme esquema recomendado, mas a dose da VOP é aplicada de forma indiscriminada em todas as crianças de 1 a 4 anos, desde que já tenham recebido o esquema primário com a VIP.

Balanço parcial da vacinação

A Campanha de vacinação contra a Poliomielite começou no dia 27 de maio e vai até o dia 14 de junho. Na primeira semana compareceram às unidades de saúde 33.816 crianças. Deste total, 23.408 com até 4 anos de idade foram imunizadas com a VIP ou a VOP, a depender da situação vacinal. As demais estavam com o esquema completo e não precisaram tomar novas doses.

Dia Nacional da imunização

O dia D de vacinação contra a poliomielite acontece um dia antes do Dia Nacional da Imunização, 9 de junho, data que traz um alerta para a importância de manter as cadernetas de vacinação não só de bebês e crianças atualizadas, mas também de adolescentes, adultos, gestantes e idosos para reduzir o impacto das doenças imunopreveníveis na população, que podem ocasionar hospitalizações e mortes.

No total, são disponibilizadas na rotina, de forma gratuita, 20 vacinas, entre elas, a da poliomielite, sem contar as vacinas de Campanha, como a da gripe e a da dengue.

A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram, nesta quinta-feira (6/6), a Operação Anemia, a fim de dar cumprimento a sete mandados de prisão e 53 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens, expedidos pela Justiça Federal de Curitiba/PR.

As investigações, que se iniciaram em 2020, tiveram como objetivo desarticular uma organização criminosa responsável por importação ilegal de grandes quantidades de mercadorias de origem estrangeira sem obediência aos devidos procedimentos legais.

Apurou-se que o grupo criminoso atuava desde 2014, introduzindo mercadorias irregularmente no país por meio da fronteira com o Paraguai, sobretudo eletrônicos, que eram distribuídos a diversos estados da federação. Com a evolução da atividade criminosa, chamou a atenção das autoridades a intensa movimentação financeira, que era realizada por meio de laranjas e de empresas fictícias constituídas para dissimular o recebimento de recursos.

Evidenciou-se que o grupo atuou também por meio de recursos virtuais, ou criptomoedas, através da remessa de valores ao exterior. Os investigados passaram então a adquirir produtos eletrônicos diretamente de fornecedores nos Estados Unidos, China e Hong Kong e contratar sua remessa para o Paraguai, de onde eram inseridos em território nacional.

O pagamento dos produtos era realizado por meio de uma complexa rede de empresas nacionais e no exterior (offshore) que, mediante utilização de criptomoedas, efetivariam a evasão de divisas e consequentemente a lavagem do dinheiro.

Verificou-se ainda que a organização criminosa estaria atuando juntamente com uma rede de colaboradores de agentes públicos ativos e inativos para consecução da atividade criminosa, em especial agentes da segurança pública. Assim, as medidas estão sendo cumpridas com apoio das corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Penal do estado do Paraná.

Foi determinado judicialmente o bloqueio de bens e valores de quase R$ 400 milhões, de acordo com os levantamentos dos recursos financeiros movimentados pelo grupo criminoso.

A operação contou com a participação de aproximadamente 230 policiais federais e 34 auditores-fiscais da Receita Federal. Os mandados foram cumpridos em cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro.

As ordens judiciais expedidas pela 9ª Vara Federal de Curitiba preveem o sequestro, bloqueio e apreensão de bens imóveis, veículos, dinheiro em espécie, obras de arte, joias, criptoativos e outros itens de luxo ou de alto valor encontrados.

A Polícia Científica de Santa Catarina (PCI) segue atuando nas investigações do acidente com a aeronave que caiu em mata fechada entre Garuva e Itapoá, nesta terça-feira, 4. Uma equipe com cinco policiais científicos especialistas está no local da queda, juntamente com profissionais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Força Aérea Brasileira (FAB), em busca de vestígios que possam determinar as causas do acidente.

A PCI concluiu ainda na terça-feira, 4, o trabalho de identificação e liberação dos corpos das vítimas. De acordo com a perícia, por meio de impressões digitais foi identificado Antônio Augusto de Castro Santos, 52 anos; e por análises da arcada dentária, Geraldo Claudio de Assis Lima, 66 anos.

“A Polícia Científica catarinense se solidariza com os familiares e amigos das vítimas. Nosso trabalho, desde o momento em que fomos acionados, reafirma o compromisso de usar a ciência para a promoção da justiça e cidadania”, disse o perito-geral em exercício da PCI, Douglas de Oliveira Balen.

A PCI foi acionada por volta das 5h30 de terça-feira, 4, e deslocou equipes para o local, que é de difícil de acesso. Os dois corpos foram recolhidos e conduzidos para a Superintendência Regional de Polícia Científica, em Joinville, onde foi realizado o trabalho de identificação.

Na próxima semana, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados deverá votar a proposta de lei complementar encaminhada pelo governo para regulamentar a relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte remunerado privado individual de passageiros em veículos automotores de quatro rodas.

Os parlamentares deverão votar o substitutivo do PLP 12/2024, escrito pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE), relator da matéria. O projeto original, modificado por Coutinho, foi apresentado pelo governo no começo de março.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a proposta que chegou no Congresso Nacional é fruto das discussões de grupo de trabalho (GT) criado em maio do ano passado pelo próprio MTE, com a participação das empresas e de trabalhadores do setor. O PLP também estabelece “mecanismos de inclusão previdenciária e outros direitos para melhoria das condições de trabalho.”

De acordo o parecer do deputado Augusto Coutinho, o PLP reflete “questões mais amplas sobre o futuro do trabalho, a proteção dos direitos trabalhistas em uma economia cada vez mais digitalizada e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a inovação tecnológica e os patamares mínimos de proteção social.”

Jurisprudência negativa
O impacto no futuro do trabalho é esperado até mesmo por quem não tem sua atividade alcançada diretamente pelo PLP, como é o caso do SindimotoSP que representa motociclistas, ciclistas e mototaxista intermunicipal do estado de São Paulo. Para o presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos, se o projeto virar lei cria “grande jurisprudência negativa” que “vai arrastar todas as outras atividades que estão sucateadas e precarizadas pelos aplicativos.”

Para Santos, a categoria não precisa da nova lei. Bastaria que as empresas de aplicativo cumpram a Lei 12.009/2009, sobre a atividades de motoboys e mototaxistas; a Lei 12.436/2011, vedando o aumento de velocidade das entregas; e a Lei 12.997/2014, que inclui o trabalho do motociclista como atividade perigosa na CLT. “A legislação atual já seria suficiente. O PLP assegura menos direitos do que essas outras três leis.”

O sindicalista alerta para a possibilidade de que a nova legislação retire garantias e direitos aos trabalhadores como carteira de trabalho assinada, férias remuneradas, décimo terceiro salário; recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Perda de autonomia
Não existe unanimidade entre trabalhadores sobre o PLP 12/2024 e a regulamentação do trabalho para os aplicativos. Alguns, como Gilberto Almeida dos Santos, temia a perda de direitos e se retiraram das discussões no grupo de trabalho do MTE . Outros trabalhadores temem a perda de autonomia e tributação. “A regulamentação vai estourar em dois bolsos: no dos motoristas e no dos usuários”, acredita o deputado Marcos Pollon (PL-MS) que se opõe à proposta.

Em audiência pública para debater o PLP na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul (29 de maio), Pollon defendeu que “se tiver regulamentação que seja apenas para assegurar aos motoristas autônomos as garantias no seu relacionamento com a plataforma, para que não ocorram abusos e o piso não se torne teto.”

Para o parlamentar, os trabalhadores terem os direitos de quem está empregado no mercado formal é “uma fria, uma gelada.” Antes de ser ovacionado por motoristas e seus representantes que acompanhavam a audiência, Marcos Pollon afirmou que “para cada salário que vocês recebam, o empresário paga mais dois de impostos, taxa, tributo e coisa e tal.”

Perfis diferentes
A divisão de opinião dos trabalhadores pode ter a ver com os diferentes perfis que se dedicam ao trabalho. Segundo a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Abomitec), quatro de cada dez motoristas têm outra atividade e completam a renda atendendo passageiros de aplicativos, enquanto seis de cada dez motoristas têm o trabalho com os apps como atividade principal.

A Abomitec, que representa empresas de aplicativos de transporte, defende a regulamentação conforme proposto pelo governo ao Congresso Nacional. “Trata-se de nova forma de trabalho intermediada por aplicativos, que não se encaixa naqueles parâmetros previstos na CLT”, disse à Agência Brasil André Alencar Porto, diretor executivo da Abomitec.

A entidade empresarial criticou o texto substitutivo ao PLP 12/2024, apresentado pelo relator – deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE). Conforme nota, o texto avançou “sobre temas que não foram objeto de discussão no grupo de trabalho com os representantes dos trabalhadores e das empresas”. A entidade também pondera que a proposta pode aumentar “a insegurança jurídica” e erra ao incluir “dispositivos que promovem intervenção direta na operação das plataformas, engessando diversas questões operacionais que podem afetar a qualidade do serviço.”

Ações civis
O Ministério Público do Trabalho já ajuizou 15 ações civis públicas contra as empresas que operam os aplicativos de mobilidade. Até o momento, nenhuma teve julgamento final no Poder Judiciário.

Na avaliação de Renan Kalil, procurador do MPT, há motoristas que “entendem que as plataformas não permitem que façam um trabalho que de fato seja autônomo” e que têm a percepção de que as plataformas controlam o trabalhos que motoristas e entregadores realizam.”

Kalil assinala que o relacionamento entre empresas e trabalhadores de aplicativos conforma situações peculiares de patrão e empregado. Como ocorre, por exemplo, nas punições, quando os trabalhadores deixam de aceitar a quantidade mínima de corridas que a plataforma considera ideal; ou quando motoristas apresentam taxa de cancelamento maior do que a plataforma entende como aceitável.

“São punições que as empresas acabam aplicando diante de situações em que o motorista está se comportando fora do esquadro em que elas projetaram como ideal. O patrão tem o poder de avaliar, o patrão tem o poder de punir, não?”, pergunta o procurador.

Empresas de transporte
Para Renan Kalil, está errado, “do ponto de vista trabalhista tributário e do direito do consumidor”, o fato de as empresas de aplicativos se identificarem como “de tecnologia ou de intermediação”.

“Os clientes quando baixam o aplicativo, não estão querendo um serviço de tecnologia. Eles estão querendo um serviço de transporte, de entrega. E os trabalhadores, quando se cadastram na plataforma, não estão indo prestar um serviço de tecnologia, mas um serviço de transporte de pessoas ou de entrega de mercadorias”, diz Kalil.

O procurador lembra que as empresas de mobilidade registram suas marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) “como empresa de transporte”, que deve respeitar legislação trabalhista existente para o setor.

Outro aspecto que deveria ser considerado na regulamentação, na opinião do procurador, é o fato de que o trabalhador não tem autonomia em relação às operadoras para executar a atividade, para estabelecer o preço da corrida e nem para escolher passageiros, “Se fosse autônomo, ele não deveria ser punido por aceitar a corrida ou por cancelar”, acrescenta Kalil.

Após a tramitação do PLP 12/24 na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, a proposta segue para a Comissão de Trabalho e, posteriormente para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – todas na Câmara dos Deputados. Sendo aprovado nas comissões, o PLP segue para o plenário da Casa. Aprovado, o PLP segue para tramitação no Senado.

Em entrevista à Agência Brasil, o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho defendeu a proposta encaminhada originalmente pelo governo e assegurou que os trabalhadores receberão melhor remuneração.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, motoristas e entregadores de aplicativos estão trabalhando mais e ganhando menos desde que as plataformas de mobilidade começaram a fornecer os serviços para os usuários. Entre 2012 e 2015, os motoristas tinham rendimento médio mensal de R$ 3.100. Em 2022, o valor auferido era inferior a R$ 2.400 (queda de 22,5%). No caso dos entregadores, a redução da renda média foi ainda mais aguda em intervalo menor (- 26,66%), de R$ 2.250 em 2015 para R$ 1.650 em 2021.

Via Agência Brasil

Visando sempre o cuidado materno infantil, o Hospital Jaraguá está realizando a “Campanha SOS RS- Ajude uma Criança”. O objetivo é arrecadar donativos para apoiar as famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, com foco especial nas crianças.

Para isso, o Hospital Jaraguá conta com a ajuda de toda a comunidade. As doações podem ser feitas até o dia 20 deste mês nos seguintes pontos de coleta: nos três bazares do Hospital Jaraguá, Cafeteria do Hospital Jaraguá, PAs Infantil e Obstétrico, Centro de Imagem 1 e 2, Medicina Nuclear e nos supermercados Giassi, Fort e Cooper.

Os itens que podem ser doados são alimentos, artigos de higiene pessoal para crianças, fraldas, lenços umedecidos e pomadas, fórmulas e mamadeiras novas, brinquedos novos ou em bom estado de conservação, cobertores e roupa de cama infantil novos ou bom estado, além de materiais escolares. Ajude a ajudar!

Nesta quarta-feira (05/06), a Policia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, incinerou, na cidade de Canelinha, cerca de 800Kg de drogas, resultado das ultimas apreensões ocorridas em operações policiais da unidade.

A operação contou com o apoio da vigilância sanitária do município de Canelinha. A DRACO/DEIC reforça seu compromisso com a sociedade catarinense de combater as organizações criminosas que atuam no estado.