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A Prefeitura de Massaranduba anunciou um novo investimento na área da saúde, visando melhorar o atendimento à população. No último dia 12 de março, o prefeito Moacir Kasmirski assinou um decreto que amplia o valor per capita destinado ao Consórcio Interfederativo de Saúde do Nordeste de Santa Catarina (CISNORDESTE).

Com essa medida, a administração municipal busca fortalecer os serviços de saúde e reduzir o tempo de espera no sistema, garantindo mais agilidade e qualidade no atendimento. O investimento reforça o compromisso da gestão com o bem-estar da população, promovendo um acesso mais eficiente a consultas, exames e procedimentos médicos.

O aumento do repasse ao CISNORDESTE permitirá que Massaranduba tenha maior disponibilidade de serviços especializados, desafogando a demanda local e proporcionando um atendimento mais rápido e eficaz aos pacientes.

A Prefeitura segue investindo e buscando soluções para aprimorar a saúde no município, reforçando o compromisso com uma gestão voltada ao cuidado e à qualidade de vida dos cidadãos.

A equipe de saúde de Massaranduba está engajada nas atividades do Projeto Redes, uma iniciativa do Hospital Sírio-Libanês que visa fortalecer a regionalização e o cuidado em rede nos municípios de pequeno porte.

Nesta etapa do projeto, o município teve a oportunidade de apresentar suas demandas e necessidades em formato de feira, proporcionando um ambiente de troca de experiências e construção de soluções para aprimorar os serviços de saúde oferecidos à população.

A participação no Projeto Redes reforça o compromisso de Massaranduba com a melhoria contínua da qualidade dos atendimentos, promovendo um sistema de saúde mais eficiente e acessível para toda a comunidade.

A população de Massaranduba conta com mais uma importante medida de proteção à saúde. A campanha de vacinação contra a Dengue, que anteriormente atendia adolescentes de 10 a 14 anos, foi ampliada e agora contempla também jovens de 15 e 16 anos.

A ampliação da faixa etária faz parte dos esforços para intensificar a imunização e reforçar a prevenção contra a doença, que segue sendo uma preocupação em diversas regiões do país. A vacina é uma ferramenta fundamental para reduzir os casos graves e proteger a comunidade.

Os adolescentes dentro da nova faixa etária podem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para receber a imunização.

A prevenção continua sendo a melhor estratégia no combate à Dengue. Além da vacinação, medidas como evitar o acúmulo de água parada, manter quintais limpos e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti são essenciais para conter a disseminação da doença.

Para mais informações sobre locais e horários de vacinação, a população pode entrar em contato com a Secretaria de Saúde de Massaranduba.

A Secretaria de Saúde de Massaranduba informa que nos dias 11 e 12 de fevereiro (terça e quarta-feira), a Unidade Básica de Saúde do Centro realizará a vacinação contra a COVID-19 para crianças menores de 5 anos.

A iniciativa faz parte das ações de imunização do município para garantir a proteção dos pequenos contra a doença. Os pais ou responsáveis devem ficar atentos às datas e comparecer à unidade de saúde dentro do período estabelecido.

Para mais informações, a Secretaria de Saúde orienta que a população entre em contato com a UBS do Centro.

O Conselho Municipal de Saúde (CMS), com o apoio da Gestão Municipal, tem o prazer de convidar você a fazer parte de um momento importante para o futuro de Massaranduba!

Participe da Eleição do Novo Conselho – Biênio 2025/2027

Data: 17 de fevereiro de 2025
Horário: 13h30
Local: Secretaria da Saúde

Participe do membro ativo do Conselho Municipal de Saúde e contribuir para decisões que impactam diretamente na saúde do município!

A Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, recebeu na tarde desta terça-feira (15), a notificação por parte da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado (Dive), sobre dois casos confirmados da nova variante da covid-19, chamada de XEC. A confirmação veio do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SC).

Trata-se de duas mulheres, uma com 85 anos e outra com 34 anos. Ambas apresentavam comorbidades e foram internadas com sintomas de febre, tosse e coriza.

Esta variante está sob monitoramento por parte das autoridades da área da Saúde. Além de Santa Catarina, outros estados também confirmaram casos da variante XEC.

A Secretaria Municipal de Saúde de Jaraguá do Sul reforça a importância de cuidados simples, mas que fazem a diferença: em caso de sintomas gripais o uso de máscaras, a higiene das mãos e a etiqueta respiratória seguem sendo medidas importantes na prevenção.

A vacinação também continua sendo a principal estratégia de prevenção. Em caso de sintomas respiratórios, as Unidades Básicas de Saúde do Município fazem teste rápido para covid-19.

Variante XEC

A variante foi descoberta pela primeira vez na Alemanha, em maio deste ano. Está sendo monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por seu potencial de disseminação.

Embora a nova variante apresente maior transmissibilidade, ainda não há evidências de que cause formas mais graves da doença.

No dia 26 de junho, um caminhão lotado saiu de Jaraguá do Sul com destino ao Rio Grande do Sul. Na carga, inúmeras doações que foram arrecadadas por meio da “Campanha SOS RS- Ajude uma Criança”, do Hospital Jaraguá. Roupas, calçados, alimentos e higiene pessoal foram doados pela comunidade jaraguaense e entregues às famílias afetadas pelas enchentes.

“Quero deixar aqui em nome da direção do hospital o nosso agradecimento a todos que colaboraram com essa missão tão importante que vem de encontro também a missão do hospital: curar o presente e cuidar do futuro”, comemora o diretor do hospital, Sérgio Luís Alves.

Para a coordenadora do grupo dos voluntários do Hospital Jaraguá, Izaura Herpich, o sucesso da campanha se deu a participação de inúmeras pessoas e também a parceria com a Comunidade Apóstolo Pedro. “Um trabalho cansativo, mas extremamente gratificante. Essa junção foi muito importante porque juntos somamos e fizemos a diferença”, completa.

A campanha contou ainda com a parceria do Giassi Supermercado, Rede Cooper, Fort Atacadista, HD Gráfica Digital e CIEE Jovem Aprendiz.

O Hospital Santa Isabel de Blumenau, uma das principais instituições de saúde da região, está com vagas de emprego abertas para diversas áreas de atuação.

Com mais de 1400 colaboradores, a unidade de saúde foi eleita a melhor de Santa Catarina por três anos seguidos, com base na pesquisa internacional voltada ao setor de saúde World’s Best Hospitals 2024.

VAGAS DISPONÍVEIS

Entre as vagas disponíveis estão: Analista de Gestão de Pessoas, Analista de Governança Clínica, Assistente de Pastoral e Espiritualidade, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Farmácia Hospitalar, Auxiliar de Higienização e Limpeza, Auxiliar de Lavanderia, Auxiliar de Manutenção, Copeira, Enfermeiro, Farmacêutico, Médico Infectologista, Recepcionista, Técnico de Enfermagem.

Todas as vagas no Hospital Santa Isabel são CLT e afirmativas para pessoas com deficiência.

Os pré-requisitos e a candidatura às vagas estão disponíveis no site shorturl.at/ffURG.

BENEFÍCIOS

Além dos direitos trabalhistas das categorias específicas em saúde, o Hospital Santa Isabel também oferece refeição gratuita para estudantes de ensino superior além de desconto em instituições de ensino credenciadas, refeição no local por R$ 4,90 (opcional), cafés da manhã e da tarde no local sem custo, vale-transporte (6% de desconto), estacionamento gratuito, folga no mês de aniversário, prêmio assiduidade mensal e anual, auxílio-creche, seguro de vida, plano de saúde sem mensalidade ao colaborador e com desconto para dependentes, plano odontológico opcional e parceria para compra em farmácia.

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) investigou a reação tardia do vírus da zika e como isso pode levar a novos episódios de sintomas neurológicos da doença, como crises convulsivas. Os resultados do estudo inédito estão em um artigo científico publicado nesta semana no periódico iScience, do grupo Cell Press.

O estudo foi realizado durante quatro anos com cerca de 200 camundongos que se recuperaram da infecção pelo vírus zika. A pesquisa foi liderada pelas cientistas Julia Clarke, do Instituto de Ciências Biomédicas, e Claudia Figueiredo, da Faculdade de Farmácia, ambas da UFRJ.

Os resultados apontam que em situações de queda na imunidade, como stress, tratamento com medicamentos imunossupressores ou durante infecções por outros vírus, o zika pode voltar a se replicar no cérebro e em outros locais onde antes não era encontrado, como nos testículos.

“Alguns vírus podem “adormecer” em determinados tecidos do corpo e depois “acordar” para se replicar novamente, produzindo novas partículas infecciosas. Isso pode levar a novos episódios de sintomas, como acontece classicamente com os vírus simples da herpes e da varicela-zoster.

Segundo Julia Clarke, essa nova replicação está associada à produção de espécies secundárias de RNA viral, que são resistentes à degradação e se acumulam nos tecidos.

“A gente observou que, ao voltar a replicar no cérebro, o vírus gera substâncias intermediárias de RNA e a gente vê um aumento na predisposição desses animais a apresentarem convulsões, que é um dos sintomas da fase aguda”, acrescentou.

Em modelos animais, o grupo da UFRJ e outros aplicaram testes de PCR, microscopia confocal, imunohistoquímica, análises comportamentais e mostraram que o vírus da zika pode permanecer no corpo por longos períodos, após a fase aguda da infecção. Em humanos, o material genético do vírus da zika já foi encontrado em locais como placenta, sêmen, cérebro, mesmo muitos meses após o desaparecimento dos sintomas.

Ela explica que os resultados mostraram que a amplificação do RNA viral e a geração de material genético resistente à degradação pioram os sintomas neurológicos nos animais, principalmente nos machos. Embora a reativação tardia do vírus da zika ainda não tenha sido investigada em humanos, os dados sugerem que pacientes expostos ao vírus, no início da vida, devem ser monitorados a longo prazo e que novos sintomas podem ocorrer. Como próximos passos, Julia Clarke explica que se aprofundarão nas calcificações cerebrais provocadas pelo vírus.

“O cérebro exposto ao vírus, tanto de animais quanto de humanos, desenvolve áreas de lesão características com morte de células e acúmulo de cálcio – as chamadas calcificações. Nosso grupo pretende caracterizar se essas áreas de calcificações são os locais onde o vírus permanece adormecido. Além disso, pretendemos testar um medicamento que diminui muito o tamanho dessas áreas de calcificação para avaliar se consegue prevenir essa reativação do vírus”, explica.

Julia Clarke ressalta que a pesquisa é de extrema importância, pois revela a capacidade do vírus persistir e reativar, o que pode ter grandes implicações para a saúde pública. O trabalho contou com a colaboração de pesquisadores do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes e do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, ambos da UFRJ, e financiamento de cerca de R$ 1 milhão da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

Via Agência Brasil

Na contramão do cenário nacional, o município de Massaranduba atingiu 83,68% do público – alvo na campanha de vacinação contra a Poliomielite. O número corresponde a 713 doses de vacinas aplicadas.

O imunizante contra a paralisia infantil está no Calendário de Vacinação e disponível nas salas de vacina do município para crianças abaixo de 4 anos, 11 meses e 29 dias: três doses da vacina inativada poliomielite (VIP) aos 2 meses, 4 meses e 6 meses; e duas doses de reforço da vacina oral poliomielite (VOP) com 1 ano e 3 meses e 4 anos.

A poliomielite é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, podendo infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas).
Dados do ministério indicam que, desde 1989, não há notificação de casos de pólio no Brasil. As coberturas vacinais contra a doença, entretanto, sofreram quedas sucessivas ao longo dos últimos anos. Em 2022, por exemplo, a cobertura ficou em 77,19%, longe da meta de 95%.