O Hospital Jaraguá segue realizando a “Campanha SOS RS- Ajude uma Criança”. O objetivo é arrecadar donativos para apoiar as famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, com foco especial nas crianças.
As doações podem ser feitas até o dia 27 deste mês, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas. Os itens mais necessários no momento são alimentos e artigos de higiene pessoal para crianças, como por exemplo, fraldas, lenços umedecidos e pomadas, além de fórmulas e mamadeiras novas.
Brinquedos novos ou em bom estado de conservação, cobertores e roupa de cama infantil novos ou bom estado, assim como materiais escolares também são muito bem vindos.
Os pontos de coleta são: bazares do Hospital Jaraguá, Cafeteria do Hospital Jaraguá, PAs Infantil e Obstétrico, Centro de Imagem 1 e 2, Medicina Nuclear e supermercados Giassi, Fort e Cooper. Ajude a ajudar!
As doses da vacina contra a poliomielite continuam disponíveis nos postos de saúde de Santa Catarina. Os pais e responsáveis que não conseguiram levar seus filhos durante a Campanha, que terminou na última sexta-feira, 14, podem vacinar as crianças de 1 a 4 anos nas salas de vacinação do seu município.
A cobertura vacinal contra a poliomielite no estado, no ano de 2024, é de 81,26% para a vacina inativada (VIP) e 74,18% para o primeiro reforço da vacina oral contra a poliomielite (VOP). O estado tem até o fim do ano para alcançar a cobertura recomendada pelo MS, de 95%. A imunização é fundamental para evitar a reintrodução da doença no estado.
Segundo informações levantadas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) junto aos municípios catarinenses, durante as três semanas de Campanha foram aplicadas 150.717 doses da vacina VOP, a vacina de gotinha. Com relação às doses da vacina inativada (VIP), foram aplicadas 14.125 em crianças menores de 1 ano de idade que estavam com o esquema primário incompleto. A vacina VIP é administrada em um esquema de três doses, sendo a primeira dose aos 2 meses, a segunda aos 4 meses e a terceira aos 6 meses.
A vacina contra a poliomielite é uma vacina de rotina e é ofertada gratuitamente durante todo o ano nos postos de vacinação do estado. Com o fim da Campanha a VOP deixa de ser aplicada de forma indiscriminada em todas as crianças de 1 até 4 anos e passa a ser administrada somente como doses de reforço nas idades recomendadas, de 1 ano e 3 meses e 4 anos. A vacina VIP continua sendo aplicada no mesmo esquema de três doses.
A Prefeitura de Massaranduba, por meio da Secretaria de Saúde, informa que o município está em alerta devido à baixa procura pela vacinação contra a poliomielite. Até hoje, dia 10, a cobertura vacinal é de apenas 37%, enquanto a meta é atingir 100% para garantir a proteção de todas as crianças.
A preocupação segue os números nacionais. Isso porque os índices de vacinação contra a poliomielite têm apresentado queda desde 2016, última vez em que o país superou a marca de 90% de cobertura vacinal do público-alvo. Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), na última década a procura pela vacina contra poliomielite no Brasil caiu de 96,5% para 67,6%.
A Campanha de Vacinação para crianças entre 01 ano e menores de 5 anos segue até a próxima sexta-feira, dia 14, em todas as unidades de saúde.
A Poliomielite (paralisia infantil) é uma doença contagiosa aguda causada por vírus que pode infectar crianças e adultos, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e, em casos graves, pode acarretar paralisia nos membros inferiores.
Os sintomas da poliomielite incluem febre, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação (prisão de ventre), espasmos e rigidez na nuca. O vírus pode atingir o sistema nervoso e causar paralisia permanente nas pernas ou braços.
Começou na última segunda-feira, 27/05, em todo o estado de Santa Catarina, a Campanha de Vacinação contra a poliomielite para crianças menores de 5 anos de idade. O dia D, sábado de mobilização estadual, será dia 08/06. O principal objetivo da Campanha é resgatar crianças não vacinadas ou com a caderneta incompleta e, desta forma, elevar as coberturas vacinais a fim de evitar a reintrodução do vírus que causa a paralisia infantil não só em Santa Catarina, mas em todo o país.
Esquema de vacinação
A vacina contra a poliomielite está prevista no Calendário de Vacinação de Crianças. Ela é uma vacina de rotina, o que quer dizer que está disponível o ano todo nas salas de vacinação do estado, de forma gratuita. O esquema de vacinação é de três doses da vacina inativada poliomielite (VIP) aos 2 meses, 4 meses e 6 meses; e duas doses de reforço da vacina oral poliomielite (VOP) com 1 ano e 3 meses e 4 anos. No período de Campanha, as doses da VIP vão continuar sendo aplicadas conforme esquema recomendado, mas a dose da VOP passa a ser aplicada de forma indiscriminada em todas as crianças de 1 a 4 anos, desde que já tenham recebido o esquema primário com a VIP.
Poliomielite ou paralisia infantil
A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença grave, contagiosa, que tem como característica a paralisia nos membros inferiores de forma irreversível. A pessoa infectada pelo vírus que causa a doença deve ser hospitalizada para tratar os sintomas, mas não há tratamento específico para a poliomielite. A vacinação é a única forma de prevenção.
O Brasil já contabiliza 5.100.766 casos prováveis de dengue em 2024. O número representa mais que o triplo de casos prováveis da doença identificados ao longo de todo o ano passado, quando foram anotados 1.649.144 casos.
Dados do painel de monitoramento de arbovirose mostram que o país registra ainda 2.827 mortes por dengue e 2.712 óbitos em investigação. O coeficiente da doença, neste momento, é 2.511 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. A letalidade em casos prováveis é 0,06 e a letalidade em casos de dengue grave é 4,83.
A maioria dos casos prováveis permanece concentrada na faixa de pessoas com idade dos 20 aos 29 anos, seguida pelas faixas dos 30 aos 39 anos, dos 40 aos 49 anos e dos 50 aos 59 anos. Já a faixa etária menos atingida é a de crianças menores de 1 ano, seguida por pessoas com 80 anos ou mais e por crianças de 1 a 4 anos.
Minas Gerais ainda responde pelo maior número de casos prováveis de dengue (1.431.174). Em seguida, estão São Paulo (1.397.796), Paraná (535.433) e Santa Catarina (288.212). Já os estados com menor número de casos prováveis são Roraima (286), Sergipe (2.868), Rondônia (4.789) e Amapá (5.557).
Quando se considera o coeficiente de incidência da doença, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar, com 9.037 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (6.968), Paraná (4.679) e Santa Catarina (3.787). Já as unidades federativas com menor coeficiente são Roraima (45), Ceará (126), Sergipe (129) e Maranhão (159).
Dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde mostram que os casos de febre Oropouche estão se espalhando pelo Brasil. O país contabiliza, neste momento, 5.102 casos da doença, sendo 2.947 no Amazonas e 1.528 em Rondônia.
Os demais casos foram registrados ou estão em investigação na Bahia, Acre, Espírito Santo, Pará, Rio de Janeiro, Piauí, Roraima, Santa Catarina, Amapá, Maranhão e Paraná.
Os dados foram atualizados até o dia 15 de março.
“Há algumas semanas está acontecendo um espalhamento para outras regiões do Brasil. A gente não está só naquela concentração na Região Norte, que foi o primeiro momento. A gente acreditou que ia ficar concentrado, mas vimos que houve um espalhamento”, alerta a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.
“Introduzimos a vigilância dessa nova doença, fizemos a construção das orientações para observação clínica. A gente não tinha nenhum manual ou protocolo para febre Oropouche. Distribuímos os testes para toda a rede Lacen [laboratórios centrais] e, por isso, estamos conseguindo captar, fazer o diagnóstico correto para essa doença. Estamos monitorando de perto e entendendo melhor essa nova arbovirose”, esclarece.
A maioria dos casos de febre Oropouche no país foi diagnosticada em pessoas com idade entre 20 e 29 anos. As demais faixas etárias mais afetadas pela doença são 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e 10 a 19 anos.
Boletim divulgado na terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde aponta que não há mais nenhum estado brasileiro com tendência de aumento de casos de dengue. Enquanto Maranhão e Mato Grosso registram tendência de estabilidade de casos da doença, todas as demais unidades da Federação apresentam tendência de queda.
“Nós já vimos que a ordem natural ou o padrão é que, na próxima semana, esses dois estados já entrem em tendência de queda. Entre uma e duas semanas., esse tem sido o padrão dessa epidemia de 2024 no Brasil”, avaliou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.
Os números mostram que, atualmente, o país segue com 10 decretos de emergência por dengue nos seguintes estados: Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. “A tendência é que esses estados revoguem os decretos a partir do momento em que atingirem menos de 300 casos por 100 mil habitantes”.
Há ainda, segundo o boletim, 632 decretos municipais de emergência por dengue em vigência, sendo que a pasta revisa, neste momento, mais de 500 deles. “É uma situação muito diferente do que nós víamos há alguns meses. Estamos agora em outro momento dessa epidemia no Brasil”, completou Ethel.
“Nossa estimativa é que, a partir do momento em que decretam emergência, eles devem ficar de três a quatro meses com esses decretos [em vigência]”, explicou. “Mesmo com essa tendência de queda da maioria dos estados, continuaremos a repassar [recursos] porque a tendência é que a epidemia, em cada um desses locais, dure de três a quatro meses”.
Números Os dados mostram que o país contabiliza, em 2024, um total de 4.797.362 casos prováveis de dengue – uma média de 2.362,5 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, incluindo 53.660 casos de dengue grave ou dengue com sinal de alarme. Há ainda 2.576 óbitos pela doença confirmados e 2.628 em investigação.
Em coletiva de imprensa realizada na última sexta-feira, dia 10, o Hospital Jaraguá anunciou o início das obras de reforma e ampliação do Pronto Atendimento Infantil e Obstétrico. Estiveram presentes o governador do Estado, Jorginho Mello, a secretária Estadual de Saúde, Carmem Zanotto, o prefeito de Jaraguá do Sul, Jair Franzner, os deputados estaduais Antídio Lunelli, Mauricio Peixer e Vicente Caropreso, além de outras autoridades.
Na ocasião, o governador Jorginho Mello fez a entrega da ordem de pagamento da primeira parcela do convênio firmado com o Estado, que ao final irá totalizar um investimento de R$ 7,5 milhões, recursos que serão utilizados nas obras. O aporte financeiro é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Além do convênio, o presidente do Hospital Jaraguá, Charles Alfredo Bretzke, apresentou as etapas de execução das obras, assim como mudanças nos fluxos de atendimentos durante este período. “Fazer uma obra em hospital é como trocar o pneu de um carro em movimento. Não podemos parar. Por isso, precisamos adaptar algumas mudanças para continuar atendendo bem os pacientes e seu familiares”, destacou.
As obras devem iniciar no dia 27 deste mês, levarão cerca de 18 meses para serem concluídas, e acontecerão em cinco etapas. A primeira etapa consiste no remanejamento dos setores internos; a segunda ocorre com o início das obras na parte da frente; e a terceira com o início na parte dos fundos. Já a quarta etapa acontece com o remanejamento da área central para os fundos, e a última, ocorre com a reforma da parte central, finalizando a totalidade do projeto.
Com a iniciativa, espera-se um aumento de 26 leitos e uma ampliação de cerca de 1.500 metros quadrados para os prontos atendimentos de emergência. O Pronto Atendimento Infantil receberá 11 novos leitos, passando de 10 para 21, enquanto a emergência obstétrica será expandida em 15 leitos, aumentando de 8 para 23.
Além dos recursos do Estado, as obras ainda terão investimento de R$ 2.766.275,78 oriundos do CMDCA- Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e R$10.266.275,78 de recursos disponíveis do próprio hospital. O orçamento total previsto para as obras é de mais de R$ 14 milhões.
Hospital solicita compreensão da população
O diretor do Hospital Jaraguá, Sérgio Luís Alves, explica que algumas mudanças são necessárias para a execução da obra. E pede que a população tenha paciência neste período. “Toda obra gera transtorno. Vamos ter que nos deslocar para um espaço menor, no entanto, é o único jeito para finalizarmos as obras em 18 meses e entregarmos um PA sofisticado, moderno e confortável para atender nossa região”, explica.
Ele ainda pede que neste período a população procure atendimento no hospital somente quando for emergência, caso contrário, opte em procurar as unidades básicas de saúde do município.
O coordenador do Pronto Atendimento, Dr. Cauby Motta, destaca que após as obras, o Hospital Jaraguá contará com uma estrutura totalmente modernizada, um espaço totalmente voltado para o atendimento infantil sem improvisações. “Hoje ainda temos espaço improvisados, então teremos acomodações com qualidade, iluminação, ampliação do tamanho de leitos de observação, de emergência, e nos consultórios. Teremos praticamente três vezes o tamanho que temos atualmente”, afirma.
Segundo ele, as reformas e ampliação já estão sendo pensadas para o aumento populacional de Jaraguá do Sul para daqui há 20 anos. “Uma estrutura qualificada, assim como equipe, para atender cada vez melhor”, finaliza.
O Hospital Jaraguá realiza nesta sexta-feira, dia 10, às 17h, no Hall da Capela, uma coletiva de imprensa para anunciar a reforma e ampliação do Pronto Atendimento Infantil e Obstétrico. Estarão presentes o governador do Estado, Jorginho Mello, a secretária Estadual de Saúde, Carmem Zanotto, o diretor do Hospital Jaraguá, Sérgio Luis Alves, o prefeito de Jaraguá do Sul, Jair Franzner, os deputados estaduais Antídio Lunelli e Vicente Caropreso, além de outras autoridades.
O objetivo é explanar sobre as etapas e os fluxos de atendimentos durante a execução da obra. O investimento é de R$ 7,5 milhões e o aporte financeiro é do governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde.
As obras terão duração aproximada de 12 meses e deverão resultar em uma expansão de cerca de 1.500 metros quadrados para os prontos atendimentos de emergência.
Serviço: O quê: Coletiva de imprensa sobre reforma e ampliação do Pronto Atendimento Infantil e Obstétrico Quando: Sexta-feira, dia 10, às 17h Onde: Hall da Capela do Hospital Jaraguá, Rua dos Motoristas de 1936, 120 – Czerniewicz, Jaraguá do Sul.
A Prefeitura de Massaranduba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que nesta quinta-feira, dia 09, feriado no munícipio (Ascensão do Senhor), a Unidade Básica de Saúde do Centro estará aberta para vacinação. O horário é das 8h às 14h.
A vacinação contra a gripe está liberada para toda a população a partir dos seis meses de idade. Além disso, a vacinação contra a dengue também está disponível para o público entre 10 e 14 anos.