O homem flagrado em um vídeo chocante esfaqueando sem parar a esposa em Blumenau, no Vale do Itajaí, foi preso preventivamente em casa, no Bairro Fidelis, pela Polícia Civil nesta segunda-feira (13).
As imagens mostram o momento que a mulher sofreu o ataque no dia 3 de maio. O homem, de 28 anos, se aproxima da esposa e a esfaqueia diversas vezes. Segundo a investigação, ele a atacou porque não aceitava o término do relacionamento.
Ela foi socorrida pelo SAMU e sofreu diversas perfurações na região do tórax e dos membros superiores. A mulher passou por cirurgia e não corre risco de vida.
O suspeito foi levado à Divisão de Investigação Criminal, que cumpriu o mandado de prisão preventiva. O homem interrogado e encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau. Ele está à disposição do Poder Judiciário
Veja o vídeo chocante do homem esfaqueando sem parar a esposa em Blumenau
❕🔴IMAGENS FORTES🚨Imagens mostram quando o homem ataca uma mulher com uma faca #scc10
Os acidentes de trânsito estão entre as ocorrências mais graves atendidas por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Em Santa Catarina, no primeiro trimestre deste ano, as Unidades de Suporte Avançado (USA) atenderam 668 ocorrências desta natureza, o maior número entre as ocorrências causadas por causas externas.
“O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência vem trabalhando incansavelmente para reduzir os números e também na prevenção dos acidentes. São inúmeras as capacitações desenvolvidas através do Núcleo de Educação e Urgência, não só para os profissionais que atendem esse tipo de ocorrência, mas também para a população como forma de prevenir e minimizar os riscos. O SAMU tem investido em capacitação, aporte tecnológico, viaturas e equipamentos para diminuir o tempo de resposta no atendimento a esse tipo de ocorrência, porém os números são elevados. É necessário uma conscientização da população para a segurança no trânsito, pois a segurança depende de todos”, reforça Marcos Fonseca, superintendente de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado da Saúde (SUE/SES).
Entre os números registrados em Santa Catarina, o maior volume é nos acidentes envolvendo motocicletas e veículos, com 235 ocorrências. Os resultados chamam a atenção para a responsabilidade dos condutores e pedestres para reduzir sequelas e óbitos.
“Os acidentes de trânsito atendidos pelas nossas equipes têm pacientes graves ou em situação crítica com risco de morte iminente. A causa desses acidentes é quase sempre decorrência do uso de bebida alcoólica, excesso de velocidade e imprudência dos motoristas”, avalia o Diretor Técnico do SAMU/USA, Dr. Bruno Quércia.
Ele ressalta também o alto custo social envolvido nesses casos, que incluem as quedas de moto, colisões entre veículos e atropelamentos. “Essas ocorrências têm efeito não apenas sobre o condutor, mas também terceiros. A consequência social é muito grande. Quando não se perde a vida, muitas pessoas se tornam incapazes para o trabalho, com dificuldade de inserção na sociedade, gerando também um alto custo para o sistema de saúde”, afirma.
Como alternativa para reduzir os efeitos desse problema social, o médico defende as campanhas de conscientização nas escolas e em canais de comunicação, mostrando as consequências da direção imprudente.
Sobre o Maio Amarelo O Maio Amarelo é um movimento criado com a finalidade de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito de todo o mundo. No Brasil, as campanhas do Maio Amarelo iniciaram em 2014 e unem o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil no propósito de discutir e criar estratégias voltadas à segurança viária e a construção de vias e espaços mais seguros e ambientalmente sustentáveis.
O envolvimento destes vários segmentos da sociedade, refletem na efetividade das campanhas, pois promovem ações coordenadas entre os participantes, evidenciando a importância do tema da segurança no trânsito e ampliando as ações e propagação de campanhas educativas.
O amarelo simboliza atenção e também a sinalização e advertência no trânsito.
“Nós temos, sim, que ajudar o povo gaúcho, mas jamais ideologizar como muitos estão fazendo nesse momento duro.” A declaração foi feita pelo deputado Dr. Vicente Caropreso (PSDB na tribuna, durante a sessão itinerante do parlamento catarinense realizada esta semana em Blumenau. O parlamentar enalteceu o espírito de solidariedade da população catarinense e destacou a campanha de arrecadação feita em Jaraguá do Sul, já arrecadou e enviou 45 toneladas de donativos.
“O sofrimento, a tristeza de perder tudo, sem imaginar como vai ser o outro dia, porque a casa sumiu, o bairro sumiu… Por isso, temos de ajudar esse povo agora, temos de ser solidários. Santa Catarina tem dado aula. São aeronaves, bombeiros e voluntários para ajudar nos resgates das pessoas e de animais. Dá uma sensação de leveza na alma em ser catarinense”, ressaltou o deputado, criticando quem usa a tragédia para tirar proveito político-ideológico.
Dr. Vicente lembrou a enchente que arrasou Blumenau e municípios do Vale do Itajaí em julho de 1983, época em que ele foi médico-tenente no 23º Batalhão de Infantaria e auxiliou no socorro da população, para destacar que o estado catarinense aprendeu a lidar com tragédias naturais e a ter solidariedade com quem perdeu tudo. “Blumenau, o Vale do Itajaí, tem a melhor defesa civil e transferiu esse conhecimento para todo o estado”, afirmou.
Exemplo de Jaraguá
Como exemplo da solidariedade da população catarinense, o deputado destacou o resultado da campanha de arrecadação de donativos encabeçada pela Torcida Barra Independente do Jaraguá Futsal, que já angariou e enviou e 45 toneladas de mantimentos. A campanha prossegue no município, a Arena Jaraguá concentra o recebimento de donativos. “Já são quatro carretas com doações, que já chegaram ao estado do Rio Grande do Sul sem nenhuma parada, sem nenhum obstáculo.” Além dos alimentos e donativos, ele destacou a participação de grupos civis do município, como o Grupo Especialista em Resgate de Alto Risco (Gerar), de Jaraguá do Sul, que está atuando no resgate da população.
Em coletiva de imprensa realizada na última sexta-feira, dia 10, o Hospital Jaraguá anunciou o início das obras de reforma e ampliação do Pronto Atendimento Infantil e Obstétrico. Estiveram presentes o governador do Estado, Jorginho Mello, a secretária Estadual de Saúde, Carmem Zanotto, o prefeito de Jaraguá do Sul, Jair Franzner, os deputados estaduais Antídio Lunelli, Mauricio Peixer e Vicente Caropreso, além de outras autoridades.
Na ocasião, o governador Jorginho Mello fez a entrega da ordem de pagamento da primeira parcela do convênio firmado com o Estado, que ao final irá totalizar um investimento de R$ 7,5 milhões, recursos que serão utilizados nas obras. O aporte financeiro é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Além do convênio, o presidente do Hospital Jaraguá, Charles Alfredo Bretzke, apresentou as etapas de execução das obras, assim como mudanças nos fluxos de atendimentos durante este período. “Fazer uma obra em hospital é como trocar o pneu de um carro em movimento. Não podemos parar. Por isso, precisamos adaptar algumas mudanças para continuar atendendo bem os pacientes e seu familiares”, destacou.
As obras devem iniciar no dia 27 deste mês, levarão cerca de 18 meses para serem concluídas, e acontecerão em cinco etapas. A primeira etapa consiste no remanejamento dos setores internos; a segunda ocorre com o início das obras na parte da frente; e a terceira com o início na parte dos fundos. Já a quarta etapa acontece com o remanejamento da área central para os fundos, e a última, ocorre com a reforma da parte central, finalizando a totalidade do projeto.
Com a iniciativa, espera-se um aumento de 26 leitos e uma ampliação de cerca de 1.500 metros quadrados para os prontos atendimentos de emergência. O Pronto Atendimento Infantil receberá 11 novos leitos, passando de 10 para 21, enquanto a emergência obstétrica será expandida em 15 leitos, aumentando de 8 para 23.
Além dos recursos do Estado, as obras ainda terão investimento de R$ 2.766.275,78 oriundos do CMDCA- Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e R$10.266.275,78 de recursos disponíveis do próprio hospital. O orçamento total previsto para as obras é de mais de R$ 14 milhões.
Hospital solicita compreensão da população
O diretor do Hospital Jaraguá, Sérgio Luís Alves, explica que algumas mudanças são necessárias para a execução da obra. E pede que a população tenha paciência neste período. “Toda obra gera transtorno. Vamos ter que nos deslocar para um espaço menor, no entanto, é o único jeito para finalizarmos as obras em 18 meses e entregarmos um PA sofisticado, moderno e confortável para atender nossa região”, explica.
Ele ainda pede que neste período a população procure atendimento no hospital somente quando for emergência, caso contrário, opte em procurar as unidades básicas de saúde do município.
O coordenador do Pronto Atendimento, Dr. Cauby Motta, destaca que após as obras, o Hospital Jaraguá contará com uma estrutura totalmente modernizada, um espaço totalmente voltado para o atendimento infantil sem improvisações. “Hoje ainda temos espaço improvisados, então teremos acomodações com qualidade, iluminação, ampliação do tamanho de leitos de observação, de emergência, e nos consultórios. Teremos praticamente três vezes o tamanho que temos atualmente”, afirma.
Segundo ele, as reformas e ampliação já estão sendo pensadas para o aumento populacional de Jaraguá do Sul para daqui há 20 anos. “Uma estrutura qualificada, assim como equipe, para atender cada vez melhor”, finaliza.
O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) participou na manhã de segunda-feira, 13, na sede da Academia de Polícia Militar da Trindade (APMT), em Florianópolis, da saída de 29 policiais militares que substituirão os que já estão no Rio Grande do Sul para ajuda na preservação da ordem pública através do policiamento ostensivo e no resgate às famílias desabrigadas por causa das fortes chuvas e alagamentos que atingiram o Estado gaúcho.
Estão sendo enviados oito policiais do Tático do 1º Comando Regional (CRPM), um oficial e quatro praças do Tático do 1º Batalhão de Pronta Resposta (BPR) do 5º Comando Regional, seis policiais do Batalhão Operações Policiais Especiais (BOPE), seis policiais do Comando de Polícia Militar Ambiental para ações aquáticas e quatro policiais do Batalhão Aviação da Polícia Militar (BAPM).
Os caminhões e embarcações que já estão no local de emprego no Rio Grande do Sul serão mantidos. Do Comando de Polícia Militar Ambiental serão enviadas duas viaturas 4×4 (caminhonete) e duas embarcações de pequeno porte motorizadas. O 1º Comando Regional vai enviar duas viaturas 4×4 (caminhonete) e o BPR vai enviar uma viatura 4×4.
A PMSC, desde o início das ações no Rio Grande do Sul, foi responsável pelo resgate de 788 vítimas, retirada de em torno de 90 animais de áreas de alagamento. As guarnições do BAPM foram responsáveis pelo transporte de três toneladas de suprimentos para locais isolados.
A PMSC, desde o início das ações no Rio Grande do Sul, foi responsável pelo resgate de 788 vítimas, retirada de em torno de 90 animais de áreas de alagamento. As guarnições do BAPM foram responsáveis pelo transporte de três toneladas de suprimentos para locais isolados.
A PMSC, desde o início das ações no Rio Grande do Sul, foi responsável pelo resgate de 788 vítimas, retirada de em torno de 90 animais de áreas de alagamento. As guarnições do BAPM foram responsáveis pelo transporte de três toneladas de suprimentos para locais isolados.
Para o comandante-geral da PMSC, coronel Aurélio Pelozato, a ação dos policiais da PMSC no Rio Grande do Sul é para ajudar a garantia da Ordem Pública. “Estamos ajudando no resgate de pessoas, de animais, mas também no trabalho tático, de policiamento, para garantir que a seguranças dos cidadãos daquele Estado e dos seus patrimônios sejam protegidos e que no ambiente se instale a ordem pública necessária para a realização dos trabalhos”, afirmou.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou nesta segunda-feira (13) que a maior parte dos R$ 93,47 milhões doados por pessoas de todo o Brasil e do exterior via Pix serão distribuídos na forma de um auxílio emergencial de R$ 2 mil para 45 mil famílias afetadas pelas fortes chuvas que atingem o estado desde o final de abril.
“Estamos estimando ajudar cerca de 45 mil famílias”, informou Leite, durante coletiva de imprensa, na manhã de hoje. Segundo ele, parte do valor recebido será dividido entre famílias desabrigadas ou desalojadas de cidades em situação de calamidade pública reconhecida pela Defesa Civil estadual.
“Os recursos irão diretamente para as mãos das pessoas. Para estimulá-las a reconstruir suas vidas”, comentou Leite, acrescentando que também poderão requerer o auxílio as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) ou no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF).
Para ser contemplada, a família não pode ter renda superior a três salários-mínimos, nem ser beneficiária do programa estadual Volta Por Cima, que destina R$ 2,5 mil para famílias pobres e extremamente pobres – e para o qual o governo gaúcho afirma já ter liberado cerca de R$ 50 milhões.
Para acelerar a chegada de recursos às vítimas de enchentes, o critério de distribuição começará pelas áreas mais afetadas que já tenham condições de iniciar o processo de recuperação e reconstrução.
“Claro que R$ 2 mil reais não resolve tudo, mas é uma ajuda importante para muita gente que perdeu tudo. E haverá outros programas feitos em parceria com o governo federal e com as prefeituras para podermos atender pessoas com renda familiar até 3 salários-mínimos.”
Leite prometeu que a aplicação dos recursos será feita com total transparência, com a publicação de informações nos portais oficiais, incluindo a relação das famílias atendidas. Além disso, a empresa de consultoria Ernest Young vai auditar a prestação de contas do comitê gestor.
O auxílio será creditado em um cartão pré-pago, emitido pela Caixa Econômica Federal, em nome do responsável familiar. O valor poderá ser sacado em agências ou pontos de atendimento da Caixa, além de ser utilizado para pagamentos em lojas através da função débito.
A decisão de dividir o valor arrecadado por meio da campanha de doações Pix, destinando R$ 2 mil para cada família, foi tomada pelo Comitê Gestor dos recursos, que reúne representantes do governo estadual e da sociedade civil organizada, como a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no estado, Rotary e Lions Club, além da Central Única das Favelas (Cufa) e da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), entre outras entidades.
O Comitê Gestor também decidiu que uma pequena parte do dinheiro já arrecadado será usado para a compra de 30 mil cobertores, que ajudarão os atingidos pelas chuvas a enfrentar o frio. As peças estão sendo adquiridas por R$ 660 mil, de um fornecedor de Três Lagoas (MS), e devem ser entregues no estado entre hoje e amanhã (14).
Um homem de 28 anos foi assassinado na noite de sábado (11), no bairro Jaraguá 84, em Jaraguá do Sul.
Conforme a Polícia Militar, a vítima estaria em uma confraternização entre amigos, quando teria discutido com a namorada. Neste momento, um homem de 21 anos teria feito uma intervenção na discussão e levado um soco no rosto. Ele levantou, pegou uma faca e golpeou Jeison na altura do peito.
Policiais militares seguiam até uma ocorrência de perturbação na região, quando viram um veículo transitando em alta velocidade. Entre os ocupantes, estava um homem com ferimento por faca.
Os policiais prestaram os primeiros socorros, mas constataram que a vítima já estava morta. A partir disso, a guarnição foi até o local da festa e fez a prisão do suspeito de ter golpeado Jeison com uma faca.
Um vídeo mostra a imagem de uma santa intacta em uma padaria que foi completamente inundada em Roca Sales, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul.
“Como ela não foi embora de novo?”, diz uma mulher no vídeo. O registro é da jovem Eduarda Schwarz e alcançou mais de 4,5 milhões de visualizações. Ela compartilha em seu perfil as imagens da cidade destruída após a enchente. O vídeo foi compartilhado no último dia 10.
O que impressiona a jovem é que a imagem religiosa está solta na mesa, mas não foi levada pela água que alcançou o teto da padaria da família.
“A santinha, olha isso, meu Deus e ela ficou de novo. Ela tá solta, tudo isso aqui, tudo foi embora e ela ficou de novo. Meu Deus, não tem explicação”, diz uma mulher na gravação.
Ao menos 47 pessoas já foram presas no Rio Grande do Sul, suspeitas de cometerem crimes em meio a calamidade pública provocada pelas consequências das fortes chuvas que atingem o estado desde o dia 26.
Segundo a secretaria estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, 41 pessoas foram detidas em flagrante pela suposta participação em saques, e seis homens são suspeitos de cometer abusos sexuais.
De acordo com o governador Eduardo Leite, os seis casos de violência sexual ocorreram em abrigos que estão recebendo as pessoas cujas residências foram atingidas por efeitos adversos das chuvas como enxurradas, inundações, alagamentos, deslizamentos e desmoronamentos e que não tinham para onde ir. Em todo o estado, há 67.563 pessoas desabrigadas e pouco mais de 400 abrigos.
“Nos casos de abuso relatados, nossas equipes de segurança entraram imediatamente em operação e as pessoas [suspeitas] foram presas”, informou Leite, acrescentando que, nos seis casos, as vítimas eram crianças parentes das pessoas detidas.
“Lamentavelmente, envolvem familiares das crianças. O que sinaliza a possibilidade desses abusos acontecerem já anteriormente e que a situação nos abrigos, na verdade, escancarou, revelou isso, dando inclusive a oportunidade do Poder Público agir”, disse Eduardo Leite.
Diante do grande número de desabrigados, o governo estadual estuda abrir abrigos exclusivos para mulheres, crianças e jovens, disse o governador.
“É uma das nossas ações prioritárias dar a oportunidade de um abrigo em situação especialíssima para quem se sinta em uma situação vulnerável e precise de um acolhimento especial”, explicou Leite.
Saques O secretário estadual da Segurança Pública, Sandro Caron, destacou a preocupação das forças de segurança em coibir saques. Segundo ele, em várias cidades agentes da Brigada Militar e da Polícia Civil têm usado embarcações para fazer o policiamento ostensivo em um cenário de ruas alagadas e edificações parcialmente submersas.
“Com isso, os saques já reduziram muito nos últimos dias”, garantiu Caron, sem fornecer números de ocorrências. Ainda segundo o secretário, até sábado (11), a pasta habilitará 1 mil reservistas da Brigada Militar, convocados por meio do Programa Mais Efetivo, para atuar no policiamento, inclusive para reforçar a segurança dos abrigos públicos.
“Temos este foco agora muito direcionado para os abrigos. Em alguns deles, já temos, permanentemente, integrantes da Brigada Militar e da Polícia Civil. Aqueles poucos que ousarem cometer crimes, especialmente dentro dos abrigos, serão presos”, garantiu Caron.
Os deputados aprovaram, durante a sessão ordinária do Programa Alesc Itinerante, na tarde desta quarta-feira (8), em Blumenau, a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2023, que assegura a destinação de um percentual mínimo do orçamento estadual para a Defesa Civil. Com a decisão, a proposta será encaminhada para a análise do mérito nas comissões permanentes.
A PEC, subscrita pelo deputado Camilo Martins (Podemos) e por outros 14 parlamentares, acrescenta ao artigo 109 da Constituição do Estado de Santa Catarina a previsão da destinação de ao menos 0,5% das receitas orçamentárias para o Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil, na forma de duodécimo. O objetivo é garantir os recursos suficientes para as atividades de socorro à população atingida por eventos adversos.
Outra PEC Por unanimidade, os deputados aprovaram a PEC 2/2024 que possibilita a inclusão da autorização como forma de delegação da exploração de serviços públicos de transporte pela iniciativa privada. A proposta, transformada em emenda constitucional pela Alesc, foi subscrita pelo deputado Napoleão Bernardes (PSD) e por outros 13 parlamentares.