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O Ministério das Cidades publicou nesta quinta-feira (20) regras para a construção de 2 mil unidades habitacionais em áreas rurais atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As moradias, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, serão construídas em municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública, formalmente reconhecidos pelo governo federal.

O ministério receber crédito extraordinário de R$ 180 milhões para a iniciativa. Cada casa terá um subsídio de até R$ 86 mil.

Serão contempladas as famílias que tiveram moradias destruídas ou interditadas em função do recente desastre. Caberá ao órgão público estadual ou municipal assegurar que as unidades serão construídas em áreas sem risco de alagamento, enchente ou deslizamento de terra e pedras.

As entidades privadas sem fins lucrativos interessadas em apresentar proposta deverão submeter-se a processo de habilitação, estabelecido pelo Ministério das Cidades. As entidades já habilitadas em processo de seleção do Minha Casa, Minha Vida Rural, em 2023, somente precisarão de nova habilitação no caso de alteração da área de abrangência de atuação ou nível de competência.

Fortaleza
O governo federal entregou nesta quinta-feira (20) um total de 416 apartamentos do Residencial Cidade Jardim I, Módulo III, em Fortaleza (CE). O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros e outras autoridades. As moradias fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida e vão beneficiar 1.664 pessoas que compõem famílias da Faixa 1, com renda mensal de até R$ 2.640.

Das 416 famílias que receberam suas casas, 219 são beneficiárias do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e estão isentas do pagamento de prestações. O Residencial Cidade Jardim I conta com um total de 1.120 unidades habitacionais, divididas em 70 blocos de quatro pavimentos, abrigando quatro moradias por andar. O investimento total do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) no empreendimento foi de R$ 82,6 milhões, segundo o governo. Cada apartamento possui área privativa de 43,29 metros quadrados (m²). O residencial também conta com escola, creche, posto de segurança e posto de saúde na vizinhança.

“Eu acho que a coisa mais sagrada para um pai ou para uma mãe que quer criar a sua família é ter uma casinha, é ter um ninho para colocar os seus filhotes e não ficar tendo que mudar todo ano de bairro, todo o ano de vila. A molecada não faz amizade, não se acostuma com a escola. Então, ter uma casa é quase que uma bênção de Deus”, afirmou Lula ao discursar na cerimônia de entrega dos apartamentos.

O Ministério das Cidades informou que novas seleções do Minha Casa, Minha Vida no estado vão financiar a construção de 15.978 unidades habitacionais nos próximos anos. Além das casas em Fortaleza, o governo entregou 288 apartamentos em Sinop (MT), na 6ª etapa do Residencial Nico Baracat, e outras 496 unidades do Residencial Ilhas Caribe, em Parnamirim (RN).

Via Agência Brasil

Com a chegada do inverno no Hemisfério Sul, às 17h51min desta quinta-feira, 20, Santa Catarina se prepara para enfrentar uma estação marcada por características climáticas peculiares.

Conforme dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), o El Niño teve fim em meados de junho, dando espaço à neutralidade. Com um evento de La Niña previsto para o final do inverno, esta mudança entre os fenômenos deverá impactar diretamente as condições meteorológicas de chuva e temperatura em Santa Catarina.

De acordo com a equipe de monitoramento da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, enquanto o litoral e áreas próximas poderão registrar índices acima da média, as regiões do Grande Oeste e Planalto Sul catarinense devem manter-se com chuvas abaixo da média histórica.

Já as temperaturas do inverno catarinense prometem ser mais amenas do que o habitual. Embora ainda sejam esperados episódios de frio intenso, incluindo a possibilidade de geadas e precipitação invernal, espera-se que esses eventos sejam menos frequentes ao longo da estação.

Apesar do inverno ser característico de temperaturas baixas, a tendência é de condições menos extremas, mesmo assim há possibilidade de eventos meteorológicos severos, como ciclones e frentes frias. Eventos esses que podem resultar em chuvas intensas e requerem uma atenção contínua e preparo adequado por parte da população.

De acordo com a climatologia, a chuva média nos meses de inverno é a menor do ano em Santa Catarina, sobretudo nas áreas litorâneas, Vale do Itajaí e norte do estado, com valores mensais variando de 90 a 130 mm. Já nas cidades do Grande Oeste e Planalto Sul, a precipitação oscila de 110 a 180 mm. “Nesta época do ano, são frequentes entradas de massas de ar frio, que provocam quedas significativas nas temperaturas, além da condição de amplitude térmica (com frio no amanhecer e com temperaturas amenas nas tardes), resultante do tempo mais seco”, afirma a equipe de monitoramento da Proteção e Defesa Civil.

La Niña no final do inverno catarinense

Nos últimos meses, as águas do oceano Pacífico equatorial vêm apresentando resfriamento, o que levou ao fim do fenômeno El Niño, segundo relatório da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos publicado no dia 13 de junho de 2024. O El Niño favoreceu os eventos de chuvas intensas registradas no Sul do Brasil nos últimos meses, mas com o fim do fenômeno, as águas do oceano Pacífico retornam à condição normal, ou seja, à neutralidade. Entretanto, a previsão climática indica a possibilidade de configuração de um evento de La Niña a partir do final do inverno.

Além do El Niño e da La Niña, outros fenômenos que ocorrem no globo terrestre também impactam nos padrões de chuva e temperaturas no estado.

Em condições de neutralidade o inverno catarinense é menos chuvoso, porém em 2024 a tendência é que o cenário seja de chuvas próximas da média nas áreas litorâneas e abaixo da média entre o Grande Oeste e os planaltos. Apesar disso, não se pode excluir a passagem de sistemas meteorológicos, como ciclones e frentes frias, que favoreçam eventos de chuva volumosa no estado.

Já com relação às temperaturas para a estação mais fria do ano, a previsão indica valores acima da média, ou seja, é esperado um inverno mais ameno, mas isso não exclui a chance de episódios de frio intenso, com ocorrência de geadas e precipitação invernal. No entanto, os eventos de frio intenso devem ser menos frequentes.

O Grupo Malwee, uma das principais empresas de moda do Brasil, com sede em Jaraguá do Sul, foi o vencedor na categoria Moda e Vestuário do prêmio Melhores ESG da Revista Exame.

O Melhores do ESG da Exame é o principal guia de sustentabilidade do Brasil, realizado há mais de duas décadas, e reconhece as empresas que mais contribuíram para o desenvolvimento sustentável do país.

Na primeira participação no ranking, em 2021, o grupo já recebeu destaque na categoria Moda.

No ano seguinte, em 2022, se manteve entre as empresas mais bem ranqueadas no setor têxtil.

Ano passado, o prêmio Melhores ESG da Exame passou a premiar com colocações e o Grupo Malwee conquistou o 2º lugar na categoria Moda e Vestuário.

A CEO do Grupo Malwee, Gabriela Rizzo, diz:

“Esse prêmio é um motivo de imenso orgulho para todos nós. Ele representa o reconhecimento do nosso compromisso com a construção de um futuro mais sustentável e ético para a indústria da moda”.

“Agradecemos a todos os colaboradores, parceiros e clientes que acreditam em nossa missão e nos impulsionam a buscar sempre a excelência em nossas práticas ESG”.

Apesar de o frio já ter chegado em uma parte do Brasil, o inverno começa no Hemisfério Sul oficialmente nesta quinta-feira (20), às 17h50, no horário de Brasília. A mudança do outono para a estação mais fria do ano é marcada por um fenômeno chamado de solstício, em que o planeta atinge o ponto mais distante em relação ao Sol.

A própria palavra solstício retoma o significado da expressão Sol parado, em latim, exatamente pelo fato de que, ao ser observado a olho nu, o astro parece concluir sua trajetória quando atinge esse ponto. A mudança na posição a cada nascer ou pôr do Sol não é vista nesse dia.

Segundo o astrônomo e diretor do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Thiago Gonçalves, o solstício ocorre duas vezes ao ano – uma em junho e outra em dezembro – e, por causa da inclinação do eixo da Terra, um hemisfério do globo fica mais exposto à luz solar quando começa o verão, enquanto o outro fica menos, onde passa a ser inverno.

“Após seis meses, a gente pode imaginar que a Terra está do outro lado do Sol e, com essa inclinação, é o outro lado que estará virado para o Sol”, explica.

Em junho, o Hemisfério Sul é quem recebe menos incidência solar e, por isso, neste dia ocorre a noite mais longa do ano.

Equinócio
Segundo o astrônomo, conforme o planeta e o Sol vão se aproximando novamente, a duração das noites vai diminuindo até que as trajetórias atinjam o ponto mais próximo da Terra, quando dia e noite têm exatamente a mesma duração e os dois hemisférios são igualmente iluminados.

Gonçalves explica, ainda, que esse fenômeno é chamado equinócio e também ocorre duas vezes ao ano – uma em setembro e outra em março – quando começam o outono e a primavera.

Todas as transformações observadas no globo terrestre em relação à temperatura e vegetação de cada período do ano dependem do quanto cada região recebe de luz solar, por isso, as regiões mais próximas à Linha do Equador – como o Norte e o Nordeste brasileiro – sofrem menos mudanças. Gonçalves diz que os extremos – Polos Sul e Norte – pela inclinação ficam mais perto ou distantes do Sol.

“Se você viajasse do Rio Grande do Sul ao Amapá, por exemplo, você estaria se aproximando cada vez mais da parte da Terra que, neste solstício, está mais diretamente iluminada”, argumenta.

A duração do ciclo completo até o próximo solstício de inverno acontece em 365 dias, 48 minutos e 46 segundos. Por causa dos minutos e segundos a mais, o calendário precisa ser ajustado a cada quatro anos, quando o ano bissexto soma 366 dias.

O Plano de Saneamento Básico de Guaramirim foi tema da plenária da Associação Empresarial de Guaramirim- ACIAG no dia 27 de maio. A reunião aconteceu na sede da Amvali/Cigamvali, em Jaraguá do Sul, e contou com as presenças do diretor Executivo do Cigamvali (Consórcio Intermunicipal de Gestão Pública Vale do Itapocu), Ronnie Lux, e da coordenadora de Meio Ambiente da Cigamvali, Kerling Fabiane Hornburg.

Na ocasião, foi apresentado o diagnóstico que está sendo elaborado pela Cigamvali que propõem o modelo de concessão regional de água e esgoto, mas com trabalho individualizado por município. Além de Guaramirim, Massaranduba e Corupá também são contemplados.

Segundo o presidente da ACIAG, Victor Hugo Ossowsky, o objetivo principal do encontro foi acompanhar e contribuir com o processo de concessão de água e esgoto, visando o debate do melhor modelo para a cidade. “É muito importante a criação deste grupo de trabalho, para que possamos contribuir para um trabalho criterioso e transparente, além de conseguirmos uma tarifa equilibrada. A ACIAG se disponibiliza em contribuir com tudo o que for possível”, enfatiza o presidente.

De acordo com informações da Cigamvali, o estudo preliminar demonstrou que a viabilidade econômica está relacionada ao tempo de concessão, proposto em 35 anos. Ou seja, um trabalho a longo prazo. Para Guaramirim, o projeto busca ampliar o investimento de água e esgoto nos primeiros quatro anos. São aproximadamente R$ 15 milhões de investimento em melhorias de rede e implantação de tratamento de esgoto. O valor é parte de um montante de R$ 405 milhões e o investimento deverá vir da cobrança das faturas das pessoas físicas e jurídicas.

Desta forma, o estudo visa que a concessão gere equilíbrio financeiro para que não onere o consumidor e viabilize os investimentos necessários da empresa fornecedora.

A HORSE, líder global em sistemas de transmissão inovadores e de baixa emissão, assinou um memorando de entendimento (MOU) com a principal fabricante brasileira de eletrônicos, a WEG, para uma parceria de Pesquisa e Desenvolvimento em seu novo trem de força Range Extender (extensor de alcance).

Como parte deste acordo, a HORSE e a WEG desenvolverão o powertrain Range Extender líder de mercado para veículos comerciais leves e pesados, com a WEG fornecendo os principais componentes para a tecnologia.

Após a conclusão do estudo de P&D, a HORSE se tornará a proprietária do sistema e fornecedora para os clientes.

A HORSE será responsável pela parte eletrônica do Range Extender, integrando componentes dentro dos requisitos existentes, além de fornecer o motor 1.0 ‘HR10’ de 85kW, que pode usar combustíveis flex, permitindo que o perfil de emissões totais do Range Extender seja comparável ao de um veículo totalmente elétrico, e o módulo de controle.

A WEG fornecerá os geradores, motores e inversores elétricos.

Esta parceria comercial é a primeira da HORSE como uma divisão da HORSE Powertrain Ltd. e concederá à companhia acesso preferencial a esses componentes críticos para suas unidades Range Extender, permitindo o fornecimento contínuo para os clientes.

O benefício de um extensor de autonomia é que o motor opera constantemente em sua janela de operação mais eficiente, minimizando o consumo de combustível e as emissões.

Um Range Extender é composto por seis módulos-chave:

O motor a combustão, que gera energia mecânica que alimenta o gerador elétrico.
O gerador elétrico, que converte a energia mecânica do motor em carga elétrica para a bateria.
O inversor elétrico, que converte corrente contínua em corrente alternada e permite a comunicação entre os componentes eletrônicos.
A unidade de controle eletrônico, que emite instruções em tempo real para componentes e eletrônicos do veículo.
O motor elétrico, que converte a carga da bateria em tração mecânica para a propulsão do veículo, além de fornecer funcionalidade de frenagem regenerativa.
A bateria, que armazena a energia elétrica proveniente do gerador elétrico e do motor elétrico.
Julien Faure, diretor de tecnologia da HORSE, afirma:

“A HORSE está focada em fornecer tecnologias de descarbonização em todo o mundo, e esta parceria com a WEG ajudará a democratizar a solução de powertrain Range Extender”.

“Trabalhar com um fornecedor de tecnologia elétrica de classe mundial, como a WEG, demonstra nossa capacidade de criar soluções de classe mundial para as diferentes necessidades e requisitos técnicos do mundo”.

O chocolate Nugali Cacau em Flor com Crocante de Cupuaçu recebeu medalha de ouro no Chocolate Alliance Global Awards, um dos concursos mais importantes dos Estados Unidos.

É a quarta premiação internacional do tablete, produzido em Pomerode.

A medalha reforça a posição da Nugali como a marca de chocolates mais premiada do Brasil.

Promovido desde 2008, o Global Awards avalia produtos de todo o planeta em seis categorias diferentes.

O tablete da Nugali foi premiado entre os chocolates combinados com outros ingredientes.

A competição exige que os inscritos trabalhem com cacaus de origem e mantenham relação justa com os cacauicultores envolvidos.

O Cacau em Flor com Crocante de Cupuaçu já havia sido premiado duas vezes com medalha de prata (2017 e 2023) no International Chocolate Awards Americas.

Em 2017, o produto recebeu bronze na fase mundial do mesmo concurso.

Com 63% de cacau, ele é rico em sabores e aromas frutados, com notas de banana, cítricas e outras frutas tropicais.

O crocante de cupuaçu dá ao chocolate um sabor unicamente brasileiro.

PRÊMIOS DA NUGALI

A Nugali foi a primeira marca brasileira de chocolates a conquistar uma premiação internacional, em 2016.

Desde então, já são 37 medalhas para 21 produtos diferentes.

Dono de quatro distinções, o Cacau em Flor com Crocante de Cupuaçu é o chocolate da Nugali mais premiado.

O Serra do Conduru 80% e o Dragée de Café têm três medalhas cada um.

Fundada em abril de 2004, a empresa catarinense introduziu no país os chocolates bean to bar, aqueles em que o fabricante controla a produção desde o plantio do cacau até a embalagem.

Também foi pioneira em produtos com alta concentração de cacau.

Ambas as inovações hoje estão consolidadas no mercado nacional.

A fábrica está localizada na Rota do Enxaimel, em Pomerode, eleita uma das melhores vilas turísticas do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O tour de fábrica recebe cerca de 100 mil visitantes por ano.

O painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde contabiliza 5.968.224 casos prováveis de dengue e 3.910 mortes confirmadas pela doença ao longo de 2024. Há, ainda, 2.970 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, neste momento, é de 2.939 casos para cada 100 mil habitantes.

Jovens com idade entre 20 e 29 anos seguem respondendo pela maior parte dos casos de dengue. Em seguida estão as faixas etárias de 30 a 39 anos; de 40 a 49 anos; e de 50 a 59 anos. Já as faixas etárias que respondem pelos menores percentuais de casos da doença são menores de um ano; 80 anos ou mais; e de um a quatro anos.

Em números absolutos, o estado de São Paulo lidera o ranking – 1.813.282 casos – seguido por Minas Gerais – 1.607.043 vítimas e pelo Paraná, com 614.713 casos. Quando se leva em consideração o coeficiente de incidência, o Distrito Federal responde pelo maior índice, 9.547 casos para cada 100 mil habitantes. Em seguida estão Minas Gerais (7.824) e Paraná (5.371).

Chikungunya
O painel contabiliza, ainda, 220.828 casos prováveis de chikungunya, arbovirose também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2024, a doença responde por 121 mortes confirmadas. Há, ainda, 139 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência de chikungunya no Brasil, neste momento, é de 108,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Zika
Em relação à zika, os dados do painel contabilizam 8.466 casos prováveis em 2024, sem mortes confirmadas ou em investigação pela doença. O coeficiente de incidência no Brasil, neste momento, é de 4,2 casos para cada 100 mil habitantes.

As inscrições para o Santa Catarina Canta – Festival da Música Sertaneja, lançado no começo deste mês, vão até o dia 20 de junho. A ideia é revelar talentos desse estilo musical que é um dos mais ouvidos no estado.

As inscrições devem ser feitas pelo link disponível no site do Festival onde está o regulamento completo. O candidato deverá preencher uma ficha de inscrição, com breve histórico artístico, e gravar um vídeo. O artista deve se apresentar dizendo seu nome, a cidade, identificar a música e dizer que a gravação está sendo feita para o Santa Catarina Canta – Festival Sertanejo 2024, respeitando o limite de tempo máximo de 3´30´´ de duração.

O catarinense Gustavo Bardim, de Guaramirim, foi o campeão da 6ª temporada do The Voice Brasil e tem no sertanejo seu estilo musical favorito. Para ele, festivais ajudam a revelar novos talentos. “Ser campeão do The Voice Brasil foi uma experiência única que eu jamais vou esquecer. E esse Festival é uma uma grande chance para os talentos mirins e também para as cantoras e cantores adultos. Mas o mais importante agora é se inscrever e garantir uma vaga. É abrir o site, ler o regulamento com bastante atenção. O prazo que já está terminando. Então se inscrevam e boa sorte a todos!”, disse.

Podem participar candidatos nascidos em Santa Catarina ou residentes no estado há mais de 3 anos, com idades entre 8 e 15 anos (completos até 31/12/2024), na categoria Infantojuvenil. Quem tiver mais de 16 anos (completos até 31/12/2024) deve se inscrever na categoria Geral. São admitidas inscrições de solistas e duplas, não podendo se inscrever separadamente nas duas categorias.

Ao se inscrever para a seleção, o candidato automaticamente está habilitado a participar de todas as seleções (Regional, Mesorregional e Grande Final em Florianópolis, no dia 3 de dezembro). É fundamental que os candidatos leiam com muita atenção as informações do regulamento para evitar que sua inscrição não seja aceita e seguir passo a inscrição para garantir sua entrada no Festival. Além do site oficial com todas as informações sobre o Festival, os candidatos e o público em geral podem saber mais sobre as inscrições na rede social do evento @santacatarinacanta. Lá estão vídeos que orientam como são feitas as inscrições corretamente.

Além de ganhar espaço e projeção no cenário da música sertaneja, os vencedores irão receber prêmios em dinheiro: o terceiro lugar R$ 5 mil, o segundo lugar R$ 10 mil e o primeiro lugar, R$ 20 mil, com direito à participação especial nos shows da Camerata Florianópolis em 2024/2025, no Especial Clássicos da Música Sertaneja.

O Santa Catarina Canta – Festival da Música Sertaneja é uma realização do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e produção geral da Camerata Florianópolis.

O participante que se inscreveu no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 têm até a próxima quarta-feira (19) para pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 85. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, em todas unidades federativas.

O prazo para as inscrições, que havia sido prorrogado em uma semana, encerrou-se na última sexta-feira (14). Quem se inscreveu a tempo, recebeu ainda mais alguns dias para efetivar a inscrição pagando a taxa.

O pagamento é feito por meio de boleto do Banco do Brasil, disponibilizado ao inscrito após acesso à Página do Participante, por meio do login único do Gov.br.

Até o momento, o Ministério da Educação (MEC) registrou 5.055.699 de inscrições para o Enem 2024. O número definitivo de inscrições confirmadas e do perfil do participante será divulgado após a compensação de todos os pagamentos da taxa de inscrição.

Rio Grande do Sul
O número total de inscritos ainda pode aumentar porque o governo federal assegurou um período extra para os candidatos do Rio Grande do Sul se inscreverem, entre 16 e 21 de junho. Os participantes que moram no estado também têm isenção da taxa.

O Ministério da Educação ainda avalia a necessidade de aplicação das provas em nova data para os participantes dos municípios gaúchos, em razão do desastre climático que atingiu o estado no mês passado.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil