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A noite é de estreia da seleção brasileira masculina de futebol na fase de grupos da Copa América, em Los Angeles (Estados Unidos). O Brasil encara a Costa Rica a partir das 22h (horário de Brasília) desta segunda-feira (24), no SoFi Stadium, em Inglewood. A seleção está na chave D, que tem ainda Paraguai e Colômbia. A competição reúne ao todo 16 seleções.

Durante coletiva no domingo (23), o técnico Dorival Júnior adiantou algumas novidades no time titular, em relação à equipe que enfrentou os Estados Unidos no último dia 12. O treinador optou por escalar Guilherme Arana na lateral esquerda, antes com Wendell, e Éder Militão na zaga, na posição que era Lucas Beraldo.

“Nós fizemos sim algumas mudanças, da base e dos dois jogos iniciais, que foram importantes para ver como os jogadores se encaixariam. Foram fundamentais esses treinamentos, onde nós pudemos testar mais nomes. A escalação inicial é justamente essa, com Militão e Arana, e com Alisson, em relação aos primeiros jogos dessa convocação” explicou Dorival, que assumiu o comando da seleção há pouco mais de cinco meses.

A preparação para Copa América começou no fim de maio, na Califórnia (EUA). Além dos treinamentos, o Brasil disputou dois amistosos. No primeiro, ganhou por 3 a 2 do México, no Texas, em 8 de junho, e quatro dias depois ficou no 1 a 1 com os Estados Unidos, em jogo disputado no estado do Texas.

A seleção busca o 10° título na Copa América. Na última edição, realizada no Brasil em meio à pandemia de covid-19, o escrete canarinho foi superado por 1 a 0 na final contra a Argentina, que levantou a taça pela 15ª vez (o país é o maior campeão ao lado do Uruguai). O Brasil conquistou as edições de 2019, 2007, 2004, 1999, 1997, 1989, 1949, 1922 e 1919.

Capitão da seleção, o lateral Danilo é um dos mais experientes do renovado elenco brasileiro: dos 26 convocados, 19 jogadores são estreantes no torneio continental.

“Esperamos cumprir com as expectativas, não do jogo bonito, isso fica para imprensa e torcida, mas das vitórias. Se for possível jogar bonito, que seja, senão que vença com determinação”, disse o lateral, que atua na Juventus (Itália) e há mais de 10 anos veste a amarelinha.

A seleção brasileira deve ir a campo contra a Costa Rica com Alisson, Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Guilherme Arana; Bruno Guimarães, João Gomes e Lucas Paquetá; Raphinha, Rodrygo e Vinicius Júnior.

Via Agência Brasil

Foto: ADRIANO MACHADO

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SC) quer instituir um programa para emissão gratuita de carteira nacional de habilitação (CNH) para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social. Trata-se do Programa CNH Emprego na Pista, previsto no Projeto de Lei (PL) 275/2024, de autoria do Poder Executivo, que entrou em tramitação nesta semana na Assembleia Legislativa.

De acordo com a exposição de motivos do projeto, assinada pelo presidente do Detran, Kennedy Nunes, e pelo ex-secretário de Estado da Segurança Pública, o deputado Sargento Lima (PL), a iniciativa objetiva principalmente permitir que pessoas que não tenham condições financeiras de tirar a carteira de motorista emitam o documento e ingressem no mercado de trabalho, como motoristas profissionais.

O programa ainda vai promover a inclusão da observação “EAR” (Exercício de Atividade Remunerada) nas habilitações de quem já trabalha na área, bem como promover a ascensão de condutores às categorias D e E, permitindo a condução de veículos de carga, por exemplo. Com isso, o departamento pretende também regularizar a situação de pessoas que conduzam veículos para os quais não estão habilitados, além de enfrentar o déficit de motoristas profissionais apontado por entidades como a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e Sest/Senat.

“Com a posse da CNH, muitos poderão ingressar no mercado de trabalho e desenvolver suas atividades como motoristas de transporte público, entregadores, motoristas de aplicativos e diversos outros segmentos que dependem da habilitação para dirigir um veículo. Isso resultará em um aumento no número de oportunidades de trabalho e, consequentemente, na geração de renda para as famílias catarinenses”, justificam.

Impacto
Para isso, o Detran custeará com recursos próprios ou do tesouro estadual as despesas referentes à primeira habilitação e/ou à adição de categoria, além de isentar os beneficiados do pagamento das taxas estaduais. O órgão de trânsito estima que o público-alvo do programa chegue a 30 mil pessoas, em três anos.

Conforme o Detran, o preço médio para a emissão de uma CNH categoria A, que permite apenas a condução de veículos de duas ou três rodas, é de quase R$ 2,2 mil. Já a adição da categoria E na habilitação, que permite ao motorista dirigir treminhões e ônibus articulados, tem preço médio de R$ 3,5 mil.

A estimativa de impacto financeiro apresentada no projeto aponta que, para implantar o programa, o Estado deve desembolsar anualmente quase R$ 16 milhões, além de renunciar a uma receita anual de taxas de R$ 2,2 milhões.

Requisitos
Além da condição socioeconômica, os interessados em participar do programa deverão residir em Santa Catarina há pelo menos dois anos, além de ter as idades mínimas exigidas pela legislação vigente para emitir a primeira CNH ou adicionar uma nova categoria de habilitação. Os critérios para seleção e classificação dos beneficiados serão estabelecidos por meio de decreto do governador.

O programa custeará as despesas dos exames físicos, médicos e psicológicos, dos cursos teóricos e práticos exigidos e das provas necessárias para a emissão da carteira e/ou adição de nova categoria.

Tramitação
Na Assembleia Legislativa, o PL 275/2024 será analisado por três comissões permanentes antes de ser votado em plenário: Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Comissão de Finanças e Tributação e Comissão de Transportes, Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura. Atualmente, a matéria encontra-se na CCJ, sob a relatoria do presidente do colegiado, deputado Camilo Martins (Podemos).

Santa Catarina deve ter queda brusca nas temperaturas e risco de temporais nesta segunda-feira (24), alertou a Defesa Civil. Os avisos valem para todas as regiões do estado.

Em relação aos temporais, eles estão previstos por causa da passagem de uma frente fria e do fluxo de ar quente e úmido vindo da região amazônica.

Com isso, há risco de chuva intensa, raios, rajadas de vento e queda de granizo. Podem ocorrer alagamentos e enxurradas, danos na rede elétrica, destelhamentos e queda de galhos e árvores.

A Defesa Civil também alertou que o tempo instável deve continuar na terça (25).

Após um domingo (23) de temperaturas altas para a época do ano, as máximas devem cair. Se no domingo os termômetros chegaram perto dos 30ºC, nesta segunda eles não devem passar dos 20ºC.

Fonte: g1.globo.com/sc/

A partir das 10h desta sexta-feira (21), cerca de 5,75 milhões de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física saberão se acertaram as contas com o Leão. Nesse horário, a Receita Federal libera a consulta ao segundo dos cinco lotes de restituição de 2024, com a inclusão de cerca de 250 mil contribuintes do Rio Grande do Sul com direito a receber. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 5.755.667 contribuintes receberão R$ 8,5 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso. Por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, neste ano, os contribuintes gaúchos foram incluídos na lista de prioridades.

Os residentes no Rio Grande do Sul que declararam na última semana de maio ou regularizaram a declaração em junho entraram na lista de prioridades. No mês passado, 886.260 contribuintes gaúchos receberam mais de R$ 1 bilhão, inclusive de exercícios anteriores.

Em relação à lista de prioridades, a maior parte – 3.812.767 contribuintes – informou a chave Pix do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) na declaração do Imposto de Renda ou usou a declaração pré-preenchida. Desde o ano passado, a informação da chave Pix dá prioridade no recebimento.

Em seguida, há 1.024.071 contribuintes entre 60 e 79 anos. Em terceiro, vêm 459.444 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Em quarto lugar, estão 140.360 contribuintes idosos acima de 80 anos. O restante dos contribuintes é formado por 252.738 residentes no Rio Grande do Sul e 66.287 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito em 28 de junho, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar pendência, pode enviar declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

O Ministério das Cidades publicou nesta quinta-feira (20) regras para a construção de 2 mil unidades habitacionais em áreas rurais atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As moradias, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, serão construídas em municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública, formalmente reconhecidos pelo governo federal.

O ministério receber crédito extraordinário de R$ 180 milhões para a iniciativa. Cada casa terá um subsídio de até R$ 86 mil.

Serão contempladas as famílias que tiveram moradias destruídas ou interditadas em função do recente desastre. Caberá ao órgão público estadual ou municipal assegurar que as unidades serão construídas em áreas sem risco de alagamento, enchente ou deslizamento de terra e pedras.

As entidades privadas sem fins lucrativos interessadas em apresentar proposta deverão submeter-se a processo de habilitação, estabelecido pelo Ministério das Cidades. As entidades já habilitadas em processo de seleção do Minha Casa, Minha Vida Rural, em 2023, somente precisarão de nova habilitação no caso de alteração da área de abrangência de atuação ou nível de competência.

Fortaleza
O governo federal entregou nesta quinta-feira (20) um total de 416 apartamentos do Residencial Cidade Jardim I, Módulo III, em Fortaleza (CE). O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros e outras autoridades. As moradias fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida e vão beneficiar 1.664 pessoas que compõem famílias da Faixa 1, com renda mensal de até R$ 2.640.

Das 416 famílias que receberam suas casas, 219 são beneficiárias do Bolsa Família ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e estão isentas do pagamento de prestações. O Residencial Cidade Jardim I conta com um total de 1.120 unidades habitacionais, divididas em 70 blocos de quatro pavimentos, abrigando quatro moradias por andar. O investimento total do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) no empreendimento foi de R$ 82,6 milhões, segundo o governo. Cada apartamento possui área privativa de 43,29 metros quadrados (m²). O residencial também conta com escola, creche, posto de segurança e posto de saúde na vizinhança.

“Eu acho que a coisa mais sagrada para um pai ou para uma mãe que quer criar a sua família é ter uma casinha, é ter um ninho para colocar os seus filhotes e não ficar tendo que mudar todo ano de bairro, todo o ano de vila. A molecada não faz amizade, não se acostuma com a escola. Então, ter uma casa é quase que uma bênção de Deus”, afirmou Lula ao discursar na cerimônia de entrega dos apartamentos.

O Ministério das Cidades informou que novas seleções do Minha Casa, Minha Vida no estado vão financiar a construção de 15.978 unidades habitacionais nos próximos anos. Além das casas em Fortaleza, o governo entregou 288 apartamentos em Sinop (MT), na 6ª etapa do Residencial Nico Baracat, e outras 496 unidades do Residencial Ilhas Caribe, em Parnamirim (RN).

Via Agência Brasil

Com a chegada do inverno no Hemisfério Sul, às 17h51min desta quinta-feira, 20, Santa Catarina se prepara para enfrentar uma estação marcada por características climáticas peculiares.

Conforme dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), o El Niño teve fim em meados de junho, dando espaço à neutralidade. Com um evento de La Niña previsto para o final do inverno, esta mudança entre os fenômenos deverá impactar diretamente as condições meteorológicas de chuva e temperatura em Santa Catarina.

De acordo com a equipe de monitoramento da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, enquanto o litoral e áreas próximas poderão registrar índices acima da média, as regiões do Grande Oeste e Planalto Sul catarinense devem manter-se com chuvas abaixo da média histórica.

Já as temperaturas do inverno catarinense prometem ser mais amenas do que o habitual. Embora ainda sejam esperados episódios de frio intenso, incluindo a possibilidade de geadas e precipitação invernal, espera-se que esses eventos sejam menos frequentes ao longo da estação.

Apesar do inverno ser característico de temperaturas baixas, a tendência é de condições menos extremas, mesmo assim há possibilidade de eventos meteorológicos severos, como ciclones e frentes frias. Eventos esses que podem resultar em chuvas intensas e requerem uma atenção contínua e preparo adequado por parte da população.

De acordo com a climatologia, a chuva média nos meses de inverno é a menor do ano em Santa Catarina, sobretudo nas áreas litorâneas, Vale do Itajaí e norte do estado, com valores mensais variando de 90 a 130 mm. Já nas cidades do Grande Oeste e Planalto Sul, a precipitação oscila de 110 a 180 mm. “Nesta época do ano, são frequentes entradas de massas de ar frio, que provocam quedas significativas nas temperaturas, além da condição de amplitude térmica (com frio no amanhecer e com temperaturas amenas nas tardes), resultante do tempo mais seco”, afirma a equipe de monitoramento da Proteção e Defesa Civil.

La Niña no final do inverno catarinense

Nos últimos meses, as águas do oceano Pacífico equatorial vêm apresentando resfriamento, o que levou ao fim do fenômeno El Niño, segundo relatório da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos publicado no dia 13 de junho de 2024. O El Niño favoreceu os eventos de chuvas intensas registradas no Sul do Brasil nos últimos meses, mas com o fim do fenômeno, as águas do oceano Pacífico retornam à condição normal, ou seja, à neutralidade. Entretanto, a previsão climática indica a possibilidade de configuração de um evento de La Niña a partir do final do inverno.

Além do El Niño e da La Niña, outros fenômenos que ocorrem no globo terrestre também impactam nos padrões de chuva e temperaturas no estado.

Em condições de neutralidade o inverno catarinense é menos chuvoso, porém em 2024 a tendência é que o cenário seja de chuvas próximas da média nas áreas litorâneas e abaixo da média entre o Grande Oeste e os planaltos. Apesar disso, não se pode excluir a passagem de sistemas meteorológicos, como ciclones e frentes frias, que favoreçam eventos de chuva volumosa no estado.

Já com relação às temperaturas para a estação mais fria do ano, a previsão indica valores acima da média, ou seja, é esperado um inverno mais ameno, mas isso não exclui a chance de episódios de frio intenso, com ocorrência de geadas e precipitação invernal. No entanto, os eventos de frio intenso devem ser menos frequentes.

O Grupo Malwee, uma das principais empresas de moda do Brasil, com sede em Jaraguá do Sul, foi o vencedor na categoria Moda e Vestuário do prêmio Melhores ESG da Revista Exame.

O Melhores do ESG da Exame é o principal guia de sustentabilidade do Brasil, realizado há mais de duas décadas, e reconhece as empresas que mais contribuíram para o desenvolvimento sustentável do país.

Na primeira participação no ranking, em 2021, o grupo já recebeu destaque na categoria Moda.

No ano seguinte, em 2022, se manteve entre as empresas mais bem ranqueadas no setor têxtil.

Ano passado, o prêmio Melhores ESG da Exame passou a premiar com colocações e o Grupo Malwee conquistou o 2º lugar na categoria Moda e Vestuário.

A CEO do Grupo Malwee, Gabriela Rizzo, diz:

“Esse prêmio é um motivo de imenso orgulho para todos nós. Ele representa o reconhecimento do nosso compromisso com a construção de um futuro mais sustentável e ético para a indústria da moda”.

“Agradecemos a todos os colaboradores, parceiros e clientes que acreditam em nossa missão e nos impulsionam a buscar sempre a excelência em nossas práticas ESG”.

Apesar de o frio já ter chegado em uma parte do Brasil, o inverno começa no Hemisfério Sul oficialmente nesta quinta-feira (20), às 17h50, no horário de Brasília. A mudança do outono para a estação mais fria do ano é marcada por um fenômeno chamado de solstício, em que o planeta atinge o ponto mais distante em relação ao Sol.

A própria palavra solstício retoma o significado da expressão Sol parado, em latim, exatamente pelo fato de que, ao ser observado a olho nu, o astro parece concluir sua trajetória quando atinge esse ponto. A mudança na posição a cada nascer ou pôr do Sol não é vista nesse dia.

Segundo o astrônomo e diretor do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Thiago Gonçalves, o solstício ocorre duas vezes ao ano – uma em junho e outra em dezembro – e, por causa da inclinação do eixo da Terra, um hemisfério do globo fica mais exposto à luz solar quando começa o verão, enquanto o outro fica menos, onde passa a ser inverno.

“Após seis meses, a gente pode imaginar que a Terra está do outro lado do Sol e, com essa inclinação, é o outro lado que estará virado para o Sol”, explica.

Em junho, o Hemisfério Sul é quem recebe menos incidência solar e, por isso, neste dia ocorre a noite mais longa do ano.

Equinócio
Segundo o astrônomo, conforme o planeta e o Sol vão se aproximando novamente, a duração das noites vai diminuindo até que as trajetórias atinjam o ponto mais próximo da Terra, quando dia e noite têm exatamente a mesma duração e os dois hemisférios são igualmente iluminados.

Gonçalves explica, ainda, que esse fenômeno é chamado equinócio e também ocorre duas vezes ao ano – uma em setembro e outra em março – quando começam o outono e a primavera.

Todas as transformações observadas no globo terrestre em relação à temperatura e vegetação de cada período do ano dependem do quanto cada região recebe de luz solar, por isso, as regiões mais próximas à Linha do Equador – como o Norte e o Nordeste brasileiro – sofrem menos mudanças. Gonçalves diz que os extremos – Polos Sul e Norte – pela inclinação ficam mais perto ou distantes do Sol.

“Se você viajasse do Rio Grande do Sul ao Amapá, por exemplo, você estaria se aproximando cada vez mais da parte da Terra que, neste solstício, está mais diretamente iluminada”, argumenta.

A duração do ciclo completo até o próximo solstício de inverno acontece em 365 dias, 48 minutos e 46 segundos. Por causa dos minutos e segundos a mais, o calendário precisa ser ajustado a cada quatro anos, quando o ano bissexto soma 366 dias.

O Plano de Saneamento Básico de Guaramirim foi tema da plenária da Associação Empresarial de Guaramirim- ACIAG no dia 27 de maio. A reunião aconteceu na sede da Amvali/Cigamvali, em Jaraguá do Sul, e contou com as presenças do diretor Executivo do Cigamvali (Consórcio Intermunicipal de Gestão Pública Vale do Itapocu), Ronnie Lux, e da coordenadora de Meio Ambiente da Cigamvali, Kerling Fabiane Hornburg.

Na ocasião, foi apresentado o diagnóstico que está sendo elaborado pela Cigamvali que propõem o modelo de concessão regional de água e esgoto, mas com trabalho individualizado por município. Além de Guaramirim, Massaranduba e Corupá também são contemplados.

Segundo o presidente da ACIAG, Victor Hugo Ossowsky, o objetivo principal do encontro foi acompanhar e contribuir com o processo de concessão de água e esgoto, visando o debate do melhor modelo para a cidade. “É muito importante a criação deste grupo de trabalho, para que possamos contribuir para um trabalho criterioso e transparente, além de conseguirmos uma tarifa equilibrada. A ACIAG se disponibiliza em contribuir com tudo o que for possível”, enfatiza o presidente.

De acordo com informações da Cigamvali, o estudo preliminar demonstrou que a viabilidade econômica está relacionada ao tempo de concessão, proposto em 35 anos. Ou seja, um trabalho a longo prazo. Para Guaramirim, o projeto busca ampliar o investimento de água e esgoto nos primeiros quatro anos. São aproximadamente R$ 15 milhões de investimento em melhorias de rede e implantação de tratamento de esgoto. O valor é parte de um montante de R$ 405 milhões e o investimento deverá vir da cobrança das faturas das pessoas físicas e jurídicas.

Desta forma, o estudo visa que a concessão gere equilíbrio financeiro para que não onere o consumidor e viabilize os investimentos necessários da empresa fornecedora.

A HORSE, líder global em sistemas de transmissão inovadores e de baixa emissão, assinou um memorando de entendimento (MOU) com a principal fabricante brasileira de eletrônicos, a WEG, para uma parceria de Pesquisa e Desenvolvimento em seu novo trem de força Range Extender (extensor de alcance).

Como parte deste acordo, a HORSE e a WEG desenvolverão o powertrain Range Extender líder de mercado para veículos comerciais leves e pesados, com a WEG fornecendo os principais componentes para a tecnologia.

Após a conclusão do estudo de P&D, a HORSE se tornará a proprietária do sistema e fornecedora para os clientes.

A HORSE será responsável pela parte eletrônica do Range Extender, integrando componentes dentro dos requisitos existentes, além de fornecer o motor 1.0 ‘HR10’ de 85kW, que pode usar combustíveis flex, permitindo que o perfil de emissões totais do Range Extender seja comparável ao de um veículo totalmente elétrico, e o módulo de controle.

A WEG fornecerá os geradores, motores e inversores elétricos.

Esta parceria comercial é a primeira da HORSE como uma divisão da HORSE Powertrain Ltd. e concederá à companhia acesso preferencial a esses componentes críticos para suas unidades Range Extender, permitindo o fornecimento contínuo para os clientes.

O benefício de um extensor de autonomia é que o motor opera constantemente em sua janela de operação mais eficiente, minimizando o consumo de combustível e as emissões.

Um Range Extender é composto por seis módulos-chave:

O motor a combustão, que gera energia mecânica que alimenta o gerador elétrico.
O gerador elétrico, que converte a energia mecânica do motor em carga elétrica para a bateria.
O inversor elétrico, que converte corrente contínua em corrente alternada e permite a comunicação entre os componentes eletrônicos.
A unidade de controle eletrônico, que emite instruções em tempo real para componentes e eletrônicos do veículo.
O motor elétrico, que converte a carga da bateria em tração mecânica para a propulsão do veículo, além de fornecer funcionalidade de frenagem regenerativa.
A bateria, que armazena a energia elétrica proveniente do gerador elétrico e do motor elétrico.
Julien Faure, diretor de tecnologia da HORSE, afirma:

“A HORSE está focada em fornecer tecnologias de descarbonização em todo o mundo, e esta parceria com a WEG ajudará a democratizar a solução de powertrain Range Extender”.

“Trabalhar com um fornecedor de tecnologia elétrica de classe mundial, como a WEG, demonstra nossa capacidade de criar soluções de classe mundial para as diferentes necessidades e requisitos técnicos do mundo”.