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Restam poucos dias para se inscrever no concurso público da Celesc, que oferece oportunidades para níveis médio, técnico e superior, com salários que podem chegar a R$ 11,2 mil. Até o dia 13 de junho (próxima quinta-feira), candidatos de toda Santa Catarina podem garantir a chance de uma carreira promissora em uma das maiores empresas do estado.

O certame visa ao preenchimento de duas vagas de analista de sistemas e a formação de cadastro de reserva para o chamamento dos aprovados conforme haja necessidade, enquanto o concurso tiver validade. As funções têm cargas horárias entre 20h e 40h semanais e salários de R$ 1.506,17 a R$ 11.264,15.

As provas deverão ser realizadas no dia 14/07/2024 em Chapecó, Criciúma, Grande Florianópolis, Joinville e Lages. As inscrições podem ser feitas entre os dias 30 de abril e 13 de junho, no site da Acafe – https://acafe.org.br/celesc pelo valor de R$ 130,00 para o cargo de nível médio; R$ 140,00 para o cargo de nível médio técnico e R$ 150,00 para o cargo de nível superior.

A organização do concurso está a cargo da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe). A homologação das inscrições será divulgada a partir das 16h do dia 21 de junho de 2024 no site https://acafe.org.br/celesc

Confira os detalhes das vagas de acordo com os níveis de escolaridade:

Nível médio: salários a partir de R$ 1.506,17, com carga horária de 20h semanais, para vagas de atendente comercial; e salários a partir de R$ 2.992,64, com carga horária de 40h semanais, para as demais vagas

Nível técnico: salários a partir de R$ 3.651,60, com carga horária de 40h semanais

Nível superior: salários a partir de R$ 6.311,88, com carga horária de 40h semanais, podendo chegar ao piso dos engenheiros – R$ 11,2 mil.

Entre os benefícios oferecidos estão vale-alimentação, plano de saúde, plano de previdência complementar, auxílio para empregado estudante, participação nos lucros, auxílio para empregado com deficiência e/ou dependente, auxílio enfermidade, auxílio creche/babá, plano de cargos e salários, entre outros.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou nesse domingo (9) aviso sobre a possibilidade de novas chuvas no estado entre a próxima sexta-feira (14) e a segunda-feira da semana seguinte (17). De acordo com o comunicado, tanto a Defesa Civil quanto a Sala de Situação do estado monitoram o avanço de uma frente fria.

A previsão, de acordo com os modelos da Sala de Situação nesse domingo, é que os volumes acumulados para o período de 14 a 17 sejam de 50 a 120 milímetros (mm) nas regiões das Missões, centro e noroeste gaúchos.

Em Porto Alegre e na região metropolitana, nos Vales e Serra, a previsão é de volume menor: entre 45 e 75 mm.

“Ainda permanece a condição de novo bloqueio atmosférico no Brasil central, que deve fazer com que frentes frias e instabilidades fiquem atuando no sul do país. A Sala de Situação do Estado seguirá monitorando e realizando atualizações das condições hidrometeorológicas para o período”, informa a Defesa Civil.

O município de Massaranduba, representado pela Secretária de Administração e Finanças, Maira Karina Raimondi Martina, pela Secretária de Planejamento e Meio Ambiente, Doroti Klimkowski, e pelo gestor de Convênios,
Andrey Ricardo Krischanski, marcou presença no Fórum Nacional de Transferências da União (FNTU). O evento aconteceu nesta semana, entre os dias 4 e 6 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

O Fórum reuniu representantes dos governos federal, estaduais e municipais para discutir questões relacionadas às transferências de recursos da União para os estados e municípios brasileiros.

Essas transferências são feitas por meio de programas, convênios, fundos e outras modalidades de repasse de verbas para financiar políticas públicas em diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, entre outras.

O objetivo foi promover o diálogo entre os entes federativos, compartilhar experiências e boas práticas, debater aspectos técnicos e jurídicos das transferências da União, além de buscar soluções para eventuais desafios e problemas enfrentados nesse processo.

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.733 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite desta quinta-feira (6), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

O prêmio principal acumulou em R$ 112 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no sábado (8).

Os números sorteados foram: 14 – 20 – 21 – 39 – 44 – 56.

A quina teve 117 apostas ganhadoras; cada uma vai receber R$ 47.166,50. A quadra registrou 7.450 apostas vencedoras; cada acertador vai receber um prêmio de R$ R$ 1.058,19.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Pais e responsáveis, preparem a caderneta de vacinação de crianças até 4 anos de idade. No próximo sábado, 8, os postos de saúde de todo o estado vão estar abertos para o dia D da Campanha de vacinação contra a Poliomielite (paralisia infantil). O objetivo da mobilização estadual é resgatar crianças não imunizadas ou com a caderneta incompleta, além de reforçar a proteção daquelas já vacinadas com a vacina de gotinha, a fim de evitar a reintrodução da doença no estado.

A gerente de doenças infecciosas agudas e imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), Arieli Schiessl Fialho, pede que os pais, especialmente aqueles que não têm disponibilidade de levar os filhos para vacinar durante a semana, aproveitem a oportunidade para atualizar a situação vacinal das crianças no sábado.

A vacina contra a poliomielite está prevista no Calendário de Vacinação Infantil. O esquema de vacinação é de três doses da vacina inativada poliomielite (VIP) aos 2 meses, 4 meses e 6 meses; e duas doses de reforço da vacina oral poliomielite (VOP), a vacina de gotinha, com 1 ano e 3 meses e 4 anos.

No período de Campanha, as doses da VIP continuam sendo aplicadas conforme esquema recomendado, mas a dose da VOP é aplicada de forma indiscriminada em todas as crianças de 1 a 4 anos, desde que já tenham recebido o esquema primário com a VIP.

Balanço parcial da vacinação

A Campanha de vacinação contra a Poliomielite começou no dia 27 de maio e vai até o dia 14 de junho. Na primeira semana compareceram às unidades de saúde 33.816 crianças. Deste total, 23.408 com até 4 anos de idade foram imunizadas com a VIP ou a VOP, a depender da situação vacinal. As demais estavam com o esquema completo e não precisaram tomar novas doses.

Dia Nacional da imunização

O dia D de vacinação contra a poliomielite acontece um dia antes do Dia Nacional da Imunização, 9 de junho, data que traz um alerta para a importância de manter as cadernetas de vacinação não só de bebês e crianças atualizadas, mas também de adolescentes, adultos, gestantes e idosos para reduzir o impacto das doenças imunopreveníveis na população, que podem ocasionar hospitalizações e mortes.

No total, são disponibilizadas na rotina, de forma gratuita, 20 vacinas, entre elas, a da poliomielite, sem contar as vacinas de Campanha, como a da gripe e a da dengue.

Na próxima semana, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados deverá votar a proposta de lei complementar encaminhada pelo governo para regulamentar a relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte remunerado privado individual de passageiros em veículos automotores de quatro rodas.

Os parlamentares deverão votar o substitutivo do PLP 12/2024, escrito pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE), relator da matéria. O projeto original, modificado por Coutinho, foi apresentado pelo governo no começo de março.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a proposta que chegou no Congresso Nacional é fruto das discussões de grupo de trabalho (GT) criado em maio do ano passado pelo próprio MTE, com a participação das empresas e de trabalhadores do setor. O PLP também estabelece “mecanismos de inclusão previdenciária e outros direitos para melhoria das condições de trabalho.”

De acordo o parecer do deputado Augusto Coutinho, o PLP reflete “questões mais amplas sobre o futuro do trabalho, a proteção dos direitos trabalhistas em uma economia cada vez mais digitalizada e a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a inovação tecnológica e os patamares mínimos de proteção social.”

Jurisprudência negativa
O impacto no futuro do trabalho é esperado até mesmo por quem não tem sua atividade alcançada diretamente pelo PLP, como é o caso do SindimotoSP que representa motociclistas, ciclistas e mototaxista intermunicipal do estado de São Paulo. Para o presidente da entidade, Gilberto Almeida dos Santos, se o projeto virar lei cria “grande jurisprudência negativa” que “vai arrastar todas as outras atividades que estão sucateadas e precarizadas pelos aplicativos.”

Para Santos, a categoria não precisa da nova lei. Bastaria que as empresas de aplicativo cumpram a Lei 12.009/2009, sobre a atividades de motoboys e mototaxistas; a Lei 12.436/2011, vedando o aumento de velocidade das entregas; e a Lei 12.997/2014, que inclui o trabalho do motociclista como atividade perigosa na CLT. “A legislação atual já seria suficiente. O PLP assegura menos direitos do que essas outras três leis.”

O sindicalista alerta para a possibilidade de que a nova legislação retire garantias e direitos aos trabalhadores como carteira de trabalho assinada, férias remuneradas, décimo terceiro salário; recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Perda de autonomia
Não existe unanimidade entre trabalhadores sobre o PLP 12/2024 e a regulamentação do trabalho para os aplicativos. Alguns, como Gilberto Almeida dos Santos, temia a perda de direitos e se retiraram das discussões no grupo de trabalho do MTE . Outros trabalhadores temem a perda de autonomia e tributação. “A regulamentação vai estourar em dois bolsos: no dos motoristas e no dos usuários”, acredita o deputado Marcos Pollon (PL-MS) que se opõe à proposta.

Em audiência pública para debater o PLP na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul (29 de maio), Pollon defendeu que “se tiver regulamentação que seja apenas para assegurar aos motoristas autônomos as garantias no seu relacionamento com a plataforma, para que não ocorram abusos e o piso não se torne teto.”

Para o parlamentar, os trabalhadores terem os direitos de quem está empregado no mercado formal é “uma fria, uma gelada.” Antes de ser ovacionado por motoristas e seus representantes que acompanhavam a audiência, Marcos Pollon afirmou que “para cada salário que vocês recebam, o empresário paga mais dois de impostos, taxa, tributo e coisa e tal.”

Perfis diferentes
A divisão de opinião dos trabalhadores pode ter a ver com os diferentes perfis que se dedicam ao trabalho. Segundo a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Abomitec), quatro de cada dez motoristas têm outra atividade e completam a renda atendendo passageiros de aplicativos, enquanto seis de cada dez motoristas têm o trabalho com os apps como atividade principal.

A Abomitec, que representa empresas de aplicativos de transporte, defende a regulamentação conforme proposto pelo governo ao Congresso Nacional. “Trata-se de nova forma de trabalho intermediada por aplicativos, que não se encaixa naqueles parâmetros previstos na CLT”, disse à Agência Brasil André Alencar Porto, diretor executivo da Abomitec.

A entidade empresarial criticou o texto substitutivo ao PLP 12/2024, apresentado pelo relator – deputado Augusto Coutinho (Republicanos – PE). Conforme nota, o texto avançou “sobre temas que não foram objeto de discussão no grupo de trabalho com os representantes dos trabalhadores e das empresas”. A entidade também pondera que a proposta pode aumentar “a insegurança jurídica” e erra ao incluir “dispositivos que promovem intervenção direta na operação das plataformas, engessando diversas questões operacionais que podem afetar a qualidade do serviço.”

Ações civis
O Ministério Público do Trabalho já ajuizou 15 ações civis públicas contra as empresas que operam os aplicativos de mobilidade. Até o momento, nenhuma teve julgamento final no Poder Judiciário.

Na avaliação de Renan Kalil, procurador do MPT, há motoristas que “entendem que as plataformas não permitem que façam um trabalho que de fato seja autônomo” e que têm a percepção de que as plataformas controlam o trabalhos que motoristas e entregadores realizam.”

Kalil assinala que o relacionamento entre empresas e trabalhadores de aplicativos conforma situações peculiares de patrão e empregado. Como ocorre, por exemplo, nas punições, quando os trabalhadores deixam de aceitar a quantidade mínima de corridas que a plataforma considera ideal; ou quando motoristas apresentam taxa de cancelamento maior do que a plataforma entende como aceitável.

“São punições que as empresas acabam aplicando diante de situações em que o motorista está se comportando fora do esquadro em que elas projetaram como ideal. O patrão tem o poder de avaliar, o patrão tem o poder de punir, não?”, pergunta o procurador.

Empresas de transporte
Para Renan Kalil, está errado, “do ponto de vista trabalhista tributário e do direito do consumidor”, o fato de as empresas de aplicativos se identificarem como “de tecnologia ou de intermediação”.

“Os clientes quando baixam o aplicativo, não estão querendo um serviço de tecnologia. Eles estão querendo um serviço de transporte, de entrega. E os trabalhadores, quando se cadastram na plataforma, não estão indo prestar um serviço de tecnologia, mas um serviço de transporte de pessoas ou de entrega de mercadorias”, diz Kalil.

O procurador lembra que as empresas de mobilidade registram suas marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) “como empresa de transporte”, que deve respeitar legislação trabalhista existente para o setor.

Outro aspecto que deveria ser considerado na regulamentação, na opinião do procurador, é o fato de que o trabalhador não tem autonomia em relação às operadoras para executar a atividade, para estabelecer o preço da corrida e nem para escolher passageiros, “Se fosse autônomo, ele não deveria ser punido por aceitar a corrida ou por cancelar”, acrescenta Kalil.

Após a tramitação do PLP 12/24 na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, a proposta segue para a Comissão de Trabalho e, posteriormente para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – todas na Câmara dos Deputados. Sendo aprovado nas comissões, o PLP segue para o plenário da Casa. Aprovado, o PLP segue para tramitação no Senado.

Em entrevista à Agência Brasil, o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho defendeu a proposta encaminhada originalmente pelo governo e assegurou que os trabalhadores receberão melhor remuneração.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, motoristas e entregadores de aplicativos estão trabalhando mais e ganhando menos desde que as plataformas de mobilidade começaram a fornecer os serviços para os usuários. Entre 2012 e 2015, os motoristas tinham rendimento médio mensal de R$ 3.100. Em 2022, o valor auferido era inferior a R$ 2.400 (queda de 22,5%). No caso dos entregadores, a redução da renda média foi ainda mais aguda em intervalo menor (- 26,66%), de R$ 2.250 em 2015 para R$ 1.650 em 2021.

Via Agência Brasil

Visando sempre o cuidado materno infantil, o Hospital Jaraguá está realizando a “Campanha SOS RS- Ajude uma Criança”. O objetivo é arrecadar donativos para apoiar as famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, com foco especial nas crianças.

Para isso, o Hospital Jaraguá conta com a ajuda de toda a comunidade. As doações podem ser feitas até o dia 20 deste mês nos seguintes pontos de coleta: nos três bazares do Hospital Jaraguá, Cafeteria do Hospital Jaraguá, PAs Infantil e Obstétrico, Centro de Imagem 1 e 2, Medicina Nuclear e nos supermercados Giassi, Fort e Cooper.

Os itens que podem ser doados são alimentos, artigos de higiene pessoal para crianças, fraldas, lenços umedecidos e pomadas, fórmulas e mamadeiras novas, brinquedos novos ou em bom estado de conservação, cobertores e roupa de cama infantil novos ou bom estado, além de materiais escolares. Ajude a ajudar!

Estão abertas até 7 de julho as inscrições para o Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024 voltado para produtores de mel de todo o país.

As inscrições podem ser feitas no site do evento, onde também está disponível o regulamento.

O produtor campeão receberá o título de melhor mel da categoria e prêmio de R$ 10 mil; o segundo lugar será certificado e receberá R$ 8 mil.

Os terceiro, quarto e quinto lugares receberão respectivamente R$ 6 mil, R$ 4,5 mil e R$ 3 mil, além de certificados.

O prêmio é realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNA, em parceria com a Epagri, Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), Confederação Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (CBA) e Escola Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (Ebram).

O regulamento prevê a participação de apicultores que produzam até 10 toneladas por ano.

O mel deverá ter passado pelo serviço de inspeção de produtos de origem animal, municipal, distrital, estadual ou federal.

AVALIAÇÃO

Após a inscrição, o produtor deverá enviar cinco amostras do produto com, no mínimo, 200 gramas em cada embalagem.

As amostras devem ser enviadas em embalagens de comercialização e o produto deverá estar rotulado conforme a legislação vigente.

O concurso terá três etapas de avaliação.

Na primeira, as amostras do mel serão analisadas por um júri técnico, que selecionará dez produtos, cinco de cada categoria.

Os produtos serão avaliados de acordo com os aspectos visuais, aroma, sabor e harmonização.

A segunda fase de avaliação do concurso será feita por um júri popular, quando ocorrerá a degustação por consumidores finais.

A última etapa será a avaliação das histórias dos produtores rurais.

Os dez produtos selecionados, cinco em cada categoria, vão receber certificados e prêmios. Os três primeiros vão ganhar também o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze.

Terminam na próxima sexta-feira (7) as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. Interessados devem acessar a Página do Participante e utilizar o cadastro na conta Gov.br. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e tratamento por nome social. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.

A taxa de inscrição custa R$ 85 e pode ser paga por boleto, pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança até o dia 12 de junho. Os resultados de recursos sobre isenção da taxa foram divulgados no último dia 24, assim como de recursos que tratam das justificativas de ausência no Enem 2023 para candidatos que estavam isentos da taxa.

Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, em razão da situação de calamidade pública provocada pelas enchentes, a população terá um prazo extra para se inscrever no exame. Um calendário estendido ainda será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Moradores de municípios gaúchos têm isenção da taxa de inscrição.

O exame
Criado em 1998, o Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. O exame é considerado como a principal porta de entrada para a educação superior no país.

Os resultados da prova podem ser usados para acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni), além de serem aceitos em instituições privadas e de outros países de língua portuguesa que tenham acordo com o Brasil.

Estudantes que não concluíram o ensino médio podem participar do Enem na condição de treineiros, para autoavaliação nos anos anteriores ao término da educação básica.

foto: Rafa Neddermeyer

Aumentou para 13 o número de mortes provocadas por leptospirose em consequência dos temporais e cheias de rios no Rio Grande do Sul. Os números foram confirmados nesta terça-feira (4) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) da Secretaria de Estado de Saúde do Rio Grande do Sul. A doença é transmitida pela água suja contaminada pela urina de ratos.

Do total de 3.658 casos notificados, 242 casos da doença foram confirmados. Há ainda outros sete óbitos em investigação e cinco casos que estavam sendo investigados foram descartados.

As mortes confirmadas pela doença ocorreram nas cidades de Venâncio Aires, Três Coroas, Travesseiro, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Encantado, Canoas, Cachoeirinha, Alvorada, Viamão e Novo Hamburgo, com um óbito cada, além de duas mortes em Porto Alegre.

A leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que é transmitida a partir da exposição direta ou indireta à urina de animais, principalmente ratos, infectados pela bactéria leptospira. Sua penetração ocorre a partir da pele com lesões, pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou por meio de mucosas. O período de incubação pode variar de um a 30 dias e normalmente ocorre entre sete a 14 dias após ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto.

Os principais sintomas são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na batata da perna) e calafrios. A doença apresenta elevada incidência em determinadas áreas além do risco de letalidade, que pode chegar a 40% nos casos mais graves.

Considerando o atual cenário de extensos períodos de chuvas e cheias, suspeitos oriundos de área de alagamento e com sintomas compatíveis com leptospirose devem iniciar tratamento medicamentoso imediato.

Via Agência Brasil