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A Polícia Federal (PF) instaurou, na tarde desta quarta-feira (12), um inquérito policial para investigar possíveis irregularidades no leilão realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a compra de arroz importado. De acordo com a corporação, o pedido de averiguação foi feito pela própria presidência da Conab, por meio de ofício, “diante de denúncias de que empresas sem histórico de atuação no mercado de cereais venceram o certame”.

A Conab também solicitou à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Corregedoria-Geral da própria empresa a imediata abertura de processo de apuração de todos os fatos envolvendo o leilão para a compra do arroz, que tem o objetivo de garantir estoques e evitar uma escalada de preço do produto, em decorrência da calamidade pública no Rio Grande do Sul, o maior produtor do grão no país.

“Estas medidas têm como objetivo garantir toda a transparência neste processo, bem como prestar contas e dar a tranquilidade que a sociedade brasileira merece”, informou a Conab.

A decisão do governo federal de anular o leilão da Conab foi anunciada ontem (11), cancelando a compra das 263,3 mil toneladas de arroz que seriam importadas para o país. Também no mesmo dia, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária, Neri Geller, pediu demissão após suspeitas de conflito de interesse. Matéria do jornal Estadão revelou que o diretor de Abastecimento da Conab, Thiago dos Santos, responsável pelo leilão, é uma indicação direta do secretário. Além disso, a FOCO Corretora de Grãos, principal corretora do leilão, é do empresário Robson Almeida de França, que foi assessor parlamentar de Geller na Câmara e é sócio de Marcello Geller, filho do secretário, em outras empresas.

Mais cedo, nesta quarta, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse que o edital do novo leilão de arroz importado deve sair no prazo de uma semana até dez dias.

A população de Porto Alegre com renda familiar inferior a R$ 1,5 mil sofre mais com ansiedade, depressão e síndrome de burnout do que as pessoas com renda familiar maior que R$ 10 mil, após as chuvas e inundações que atingiram a capital gaúcha a partir do final de abril.

As consequências das enchentes na saúde mental dos porto-alegrenses estão sendo investigadas por psiquiatras do Hospital de Clínicas da cidade, vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com apoio da Rede Nacional de Saúde Mental (Renasam).

Os resultados preliminares do levantamento, iniciado em meados de maio, mostram que a ansiedade aflige a 100% das pessoas com renda familiar abaixo de R$ 1,5 mil e a 86,7% de quem tem renda familiar acima dos R$ 10 mil. A depressão atinge a 71% das pessoas do estrato com menor renda e a metade (35,9%) daqueles com maior renda.

A síndrome de burnout, distúrbio emocional com sintomas de estresse, exaustão extrema e esgotamento físico, afeta mais a quem tem renda familiar mais baixa (69%) do que a quem tem renda mais alta (47%).

Os dados foram obtidos por meio de questionário online autopreenchido por pessoas contactadas pela Renasam, por meio do WhatsApp, ou por pessoas que acessaram o QR code fixado em locais públicos, como o Hospital de Clínicas e abrigos. A intenção dos pesquisadores é fazer o levantamento durante um ano, inclusive com acompanhamento periódico da saúde mental de alguns atingidos pela calamidade.

A expectativa dos organizadores é ter informações para cuidar da saúde mental da população impactada e fornecer subsídios para a política de saúde pública, informou à Agência Brasil a psiquiatra Simone Hauck, coordenadora do estudo.

Segundo ela, “o stress pós-traumático crônico torna-se mais difícil de tratar com o passar do tempo”, por isso os organizadores começaram a divulgar os primeiros resultados para que mais pessoas tomem conhecimento da pesquisa e preencham o questionário.

O levantamento foi autorizado pelos comitês de ética científica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e da prefeitura do município. O trabalho está sendo feito gratuitamente por médicos e pesquisadores.

Via Agência Brasil

A cidade de Massaranduba se prepara para receber a etapa do Campeonato Catarinense de Futsal Feminino na categoria Sub-12. O evento acontece no próximo sábado, dia 15, no Ginásio Municipal Alfredo Jacobowski, a partir das 10h. A entrada é gratuita.

Além das anfitriãs, Meninas Boas de Bola (MBB) de Massaranduba, o torneio contará com a participação da Associação Desportiva Pé na Bola Cabeça na Escola, de Criciúma, e a CME Braço do Norte – LDA.

Confira a programação dos jogos:

10h- MBB – Meninas Boas de Bola x CME Braço do Norte – LDA
14h- Associação Desportiva Pé na Bola Cabeça na Escola x CME Braço do Norte – LDA
17h- MBB – Meninas Boas de Bola x Associação Desportiva Pé na Bola Cabeça na Escola

Sobre o Campeonato

O Campeonato Estadual de Futsal Feminino Sub-12 é uma iniciativa da Federação Catarinense de Futsal, visando promover a prática do esporte entre as jovens e descobrir novos talentos. O torneio percorre diversas cidades do Estado, incentivando a participação de equipes de todas as regiões.

O Sistema Nacional de Emprego (Sine) tem 7.867 vagas de emprego nesta semana em Santa Catarina. As oportunidades de trabalho estão disponíveis em todas as regiões do estado e 318 delas são para pessoas com deficiência (PcD).

Segundo o secretário de Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck, Santa Catarina vem quebrando recordes na geração de empregos e isto demonstra bem como a economia catarinense permanece em um constante crescimento:

Para concorrer a uma das vagas, os candidatos devem procurar uma das mais de 140 unidades no estado e realizar o cadastro apresentando documentos pessoais, como RG, CPF e carteira de trabalho.

Outra possibilidade é o acompanhamento das vagas via aplicativo do Sine Fácil. Lá, o trabalhador pode conferir as oportunidades de emprego, candidatar-se a uma vaga e também dar entrada no seguro-desemprego.

As seis dezenas do concurso 2.736 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo

O sorteio terá a transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 40 milhões.

Caso apenas um apostador acerte o prêmio e aplique o valor na poupança, receberá R$ 235 mil de rendimento no primeiro mês.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Quina de São João
As apostas para a Quina de São João, com prêmio estimado em R$ 220 milhões, estão sendo feitas, em qualquer volante da Quina, nas casas lotéricas de todo o país e pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa. O sorteio do concurso 6.462, será realizado no dia 22 de junho.

Cada aposta simples custa R$ 2,50. Para jogar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no cartão. Quem quiser, também pode deixar para o sistema escolher os números, opção conhecida como Surpresinha. Ganham prêmios os acertadores de dois, três, quatro ou cinco números.

Assim como em todos os concursos especiais das Loterias Caixa, a Quina de São João não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de cinco números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (quatro números) e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Caso apenas um apostador leve o prêmio da Quina de São João e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 1,2 milhão de rendimento no primeiro mês.

A pessoa também tem a opção de realizar apostas em grupo com o Bolão Caixa. Os apostadores da Quina podem preencher o campo próprio no volante ou comprar uma cota dos bolões organizados pelas unidades lotéricas.

A novidade é que agora as cotas de bolão organizadas pelas lotéricas também podem ser adquiridas no portal Loterias Online com tarifa de 35% do valor da cota.

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores de Santa Catarina (Fenabrave-SC), entidade que representa 558 concessionárias de veículos automotores de todo o estado, divulga o desempenho do setor automotivo em maio de 2024.

Os emplacamentos de veículos automotores no estado encerraram os primeiros cinco meses de 2024 com 84.523 unidades licenciadas, enquanto no mesmo período de 2023 foram 70.396 unidades, o que representou um aumento de 20,07%.

Quando comparadas as vendas de maio 2024 em relação a maio de 2023 houve aumento de 11,62%.

Em maio de 2024 foram emplacadas 17.611 contra 15.777 em maio de 2023.

Quando comparadas as vendas de maio 2024 em relação a abril 2024 houve queda de 4,42%.

Foram vendidas 17.611 unidades em maio contra 18.425 em abril.

O segmento de Tratores e Máquinas Agrícolas, por não serem emplacados, apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamento junto aos fabricantes.

As informações que se seguem são ao nível nacional.

Em abril de 2024, as vendas de Tratores e Máquinas Agrícolas tiveram aumento de 5,10% em relação ao mês de março de 2024.

Na comparação com abril de 2023, houve queda de 18,50%.

No acumulado de 2024 em relação ao mesmo período de 2023, o setor também experimentou queda de 33,47%.

Segundo o Detran SC, a frota circulante em Santa Catarina soma hoje, 6.056.817 veículos, sendo que a maioria é de automóveis, em um total de 3.284.609.

O Brasil enfrenta a seleção dos Estados Unidos, a partir das 20h (horário de Brasília) desta quarta-feira (12) no estádio Camping World, em Orlando (Flórida), em sua última partida amistosa antes do início da próxima edição da Copa América, que será disputada entre os dias 20 de junho e 14 de julho. O confronto terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

A expectativa para este último ensaio para a competição continental de seleções é que o técnico Dorival Júnior arme sua equipe com o que tem de melhor, ao contrário do que foi feito na vitória de 3 a 2 sobre o México.

foto: Rafael Ribeiro/CBF

A Polícia Civil de Santa Catarina vai entregar nos próximos dias cerca de 10 mil peças entre roupas e calçados para as vítimas das enchentes que impactaram fortemente o Rio Grande do Sul, no mês de maio. Oriundas de apreensões feitas em operações das unidades policiais da DEIC e por iniciativa da Delegacia de Investigação aos Crimes contra a Fazenda Pública (DFAZ) e da Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra as Relações de Consumo (DCAC), o material que por decisão judicial iria para descarte seguirá para Rio Grande do Sul em forma de doação.

Sensibilizada com a tragédia que afetou 452 municípios – cerca de 90% da área do estado gaúcho – a delegada Débora Mariani Jardim, titular da DFAZ, solicitou autorização ao Poder Judiciário para enviar os produtos apreendidos para o Rio Grande do Sul. Liberada para encaminhar o material, a primeira ação foi selecionar as peças. “Uma das nossas preocupações foi separar produtos adequados ao clima e necessários para o dia a dia das pessoas como calçados e roupas. O que estava com algum problema ou não era adequado à estação, foi descartado,” disse a delegada Débora.

Uma força-tarefa formada por policiais civis da DEIC começou a seleção, a separação e embalagem das peças. “Cerca de 30 policiais civis e voluntários trabalharam incessantemente por três semanas, selecionado as peças e embalando de acordo com tamanho, sexo e numeração. Como resultado, temos aproximadamente 500 embalagens que serão encaminhadas aos centros de atendimento aos desabrigados. Estamos finalizando a logística para enviar mais essa doação”, observou.

A delegada Débora destacou ainda o apoio da Delegacia-Geral (DGPC) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) , e do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP), órgão da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (SICOS), do Ministério Público (MPSC) e do Poder Judiciário.

Capoeira, a arte do encontro, afetos e transformação social. Seguem até novembro as aulas de capoeira do projeto Capoeira Ancestral, na Associação de Moradores Vila Jonas Neves, no bairro Fidélis, em Blumenau. As aulas de Capoeira de Angola são ministradas pela premiada capoeirista e compositora de capoeira, Mestranda Kallú, e acompanhadas pela gestora artística do projeto e capoeirista Profª Acerola (Yuli de Oliveira). As aulas gratuitas iniciaram no mês de março e são voltadas para crianças e adolescentes, na faixa etária entre 10 e 15 anos, residentes no bairro Fidélis ou proximidades; estudantes de escolas públicas; com vagas preferenciais para Pessoa Com Deficiência (PCD), negritude, indígena, terceira idade e imigrante.

“As aulas estão sendo transformadoras, a capoeira é a nossa ferramenta de transformação social, hoje trabalhando com 35 alunos aproximadamente, desses 35, 15 estão sendo beneficiados pelo projeto”, afirma a capoeirista Profª Acerola.

Como contrapartida social, em agosto deste ano o projeto ainda prevê as seguintes ações: aula aberta com a Mestranda Kallu, no Parque das Itoupavas; apresentação acessível integrando a Polinização do Coletivo COLMEIA, na Secretaria de Inclusão da Pessoa com Deficiência e Paradesporto; apresentação + Roda de Conversa acessíveis (LIBRAS e audiodescrição), com Mestranda Kallú e Acerola, no COLMEIA, evento que ocorre nos dias 24 e 25 de agosto, no Teatro Carlos Gomes.

O projeto cultural Capoeira Ancestral é viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo D+ Áreas, por meio do Edital de Chamamento Público SMC, n. 2/2023. Toda a comunicação online do projeto conta com acessibilidade através de audiodescrição e todas as apresentações contam com a presença de intérprete de LIBRAS. Está sendo realizada uma campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis que será destinada à própria comunidade do Fidélis, através da Associação de Moradores Vila Jonas Neves, que distribui os donativos. O projeto ainda contemplou para as ações 10 tablados de tatame, 15 uniformes para os alunos e equipamento de som (caixa + microfone). Acompanhe as novidades pelo www.instagram.com/mestrandakallu

Foto: Elton Jr.

Mais duas mortes relacionadas às enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul foram registradas nesta segunda-feira (10), informou a Defesa Civil estadual, elevando o número de mortos para 175 no total. Os dois corpos, ainda não identificados, foram encontrados em Teutônia, no Vale do Taquari, e em Agudo, na região central, próximo à Santa Maria. Até então, nenhum dos dois municípios havia confirmado óbitos em decorrência das chuvas. Ainda há 38 pessoas desaparecidas, de acordo com o governo do estado.

Após 40 dias desde o início da catástrofe climática, o Rio Grande do Sul ainda tem 478 municípios afetados e mais de 423,4 mil pessoas desalojadas de suas casas. Outras 18,8 mil seguem em abrigos provisórios. O número de pessoas afetadas pelas enchentes de alguma forma ultrapassa 2,3 milhões, o que dá cerca de 20% da população do estado.

Novas chuvas
Um alerta da Defesa Civil prevê o retorno de chuvas intensas no estado entre os próximos dias 14 e 17 de junho. Segundo as autoridades, os modelos de previsão indicam que os volumes acumulados para o período devem ficar entre 50 milímetros (mm) e 120 mm na região das Missões, Centro e Noroeste. Já em Porto Alegre, região metropolitana, Vales e Serra, os volumes podem variar entre 45mm e 75 mm.

“Ainda permanece a condição de um novo bloqueio atmosférico no Brasil central, que deve fazer com que frentes frias e instabilidades fiquem atuando no sul do país”, diz informe da Defesa Civil emitido no último domingo (9).

foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil